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A ministro, João faz críticas a Bolsonaro e cobra distribuição ‘justa’ da coronavac

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publicado em 29/09/2020 ás 16h01
atualizado em 29/09/2020 ás 19h05
Foto: Albemar Santos

O governador João Azevêdo (Cidadania) aproveitou a presença do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, nesta terça-feira (29), no Palácio da Redenção, para ratificar críticas ao governo Bolsonaro no enfrentamento à pandemia da Covid-19 e cobrou uma distribuição justa aos estados da eventual vacina contra a doença.

Azevêdo afirmou que o país pagou um “preço alto” por não ter uma coordenação nacional no combate à Covid-19.

“Vivenciamos desde março uma situação de desencontro entre opiniões de como enfrentar a Covid-19. Havia formas diferentes, porque todo respeito, faltou coordenação para enfrentar e dizer: tem que ser assim e todo mundo seguir junto. Teria sido mais fácil para todo mundo. Essa discussão gerou problemas. Esse desencontro fez com que pagássemos um preço mais alto”.

João Azevêdo cobrou atuação do governo federal na distribuição da eventual vacina contra a Covid-19. O gestor paraibano teme que estados mais ricos da federação se beneficiem sobre os demais.

“O governo federal tem que chamar para si a responsabilidade. As vacinas terão que ser distribuídas pelo governo federal. Vacina não tem partido político, nem ideologia. Não interessa a fabricação de que país é. A vacina tem que ser distribuída para todo mundo, porque senão vai acontecer o que está acontecendo: estados mais ricos vão comprar as vacinas. E os outros? É papel sim do governo federal de coordenar isso”, afirmou.

João Azevêdo e Onyx Lorenzoni assinaram o Termo de Adesão que vai garantir mais recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O secretário nacional de Inclusão Social e Produtiva, Ênio Antônio Marques, também participou da solenidade.

Albemar Santos – MaisPB