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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Se eu fosse prefeito (VI)

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publicado em 12/03/2020 às 11h03
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Como na parte V destes escritos reportei-me especificamente ao Parque Ecológico Sanhauá, aplaudindo o prefeito Luciano Cartaxo por persistir, mediante recurso judicial, para que as respectivas obras tenham continuidade, e este Parque Ecológico Sanhauá bem caracteriza as origens históricas da cidade de João Pessoa, não poderia deixar de, em sequência, referir-me a uma outra área bem adequada, tanto no sentido geográfico quanto no histórico, para também ser transformada em importante Parque Ecológico, este bem na outra ponta (ou em outro ponto) da cidade.

Aliás, essa área (litorânea) tem uma de suas partes no território de João Pessoa e outra parte no território da cidade de Cabedelo. Corresponde a uma dasdivisórias entre as duas cidades, esta  exatamente separando o bairro do Bessa em relação a Intermares.

Certa vez, em um passeio promovido pelo Restaurante Bessa Brasil (praia do Bessa), após um café da manhã ali realizado e que reuniu várias autoridades municipais, desse evento também participando o empresário Roberto Ribeiro Cavalcanti (presidente do Sistema Correio de Comunicação), ao passarmos por essa divisa territorial e nela o ônibus fazendo uma parada para contemplação das matas daquela área, o professor Antonio Augusto de Almeida (ex-secretário do Meio Ambiente de João Pessoa), apontando para a beira-mar correspondente, asseverou: – “Eis um local para um Parque Ecológico de marcante significado histórico e geográfico. Aqui é o lugar do desembarque das tropas holandesas na Paraíba no ano l634”.

Solidarizando-me a esta sugestão do professor Antonio Augusto de Almeida, diria que uma ação assim corresponde a uma prática de interinstitucionalidade, porquanto, para esse objetivo de um Parque Ecológico marcando tão significativo momento histórico da Paraíba, indispensável a integração Prefeitura de João  Pessoa, Prefeitura de Cabedelo, Governo do Estado. Falta, só,  quem tome a iniciativa.

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