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Defensor da nova ‘CPMF’ é exonerado

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publicado em 11/09/2019 às 16h26
atualizado em 11/09/2019 às 18h43
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, foi exonerado nesta quarta-feira (11). O pedido surge em torno da polêmica envolvendo a criação de um novo imposto sobre transações financeiras, que seria desenvolvido sob a luz da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

O imposto cobraria por todas as transações financeiras, sejam elas realizadas por pessoas físicas ou jurídicas. A proposta estuda a possibilidade de cada saque ou depósito em dinheiro seja taxado, com uma alíquota de 0,4% , o valor ainda pode ser aumentado ao longo do tempo.

O substituto do ex-secretário é o auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto, que ocupa o cargo interino.

Em nota, o Ministério da Economia afirmou que trabalha com o intuito de “simplificar normas, reduzir custos, aliviar a carga tributária sobre as famílias e desonerar a folha de pagamento”

Confira a nota na íntegra:

“O Ministério da Economia comunica o pedido de exoneração do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Esclarece ainda que não há um projeto de reforma tributária finalizado. A equipe econômica trabalha na formulação de um novo regime tributário para corrigir distorções, simplificar normas, reduzir custos, aliviar a carga tributária sobre as famílias e desonerar a folha de pagamento. A proposta somente será divulgada depois do aval do ministro Paulo Guedes e do presidente da República, Jair Bolsonaro. O ministro Paulo Guedes agradece ao secretário Marcos Cintra pelos serviços prestados. O auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto assume interinamente o cargo”.

MaisPB

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