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CAMPINA GRANDE

Colapso reduz vendas no comércio

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publicado em 21/03/2019 às 16h53
atualizado em 22/03/2019 às 07h27
(Foto: assessoria)

A crise hídrica em Campina Grande já afeta também o comércio no município. De acordo com o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Artur Bolinha, há uma queda de 30% no fluxo de pessoas nos estabelecimentos.

Ao Portal MaisPB, Bolinha informou que a cidade está deserta, o que tem causado também a redução do movimento nas lojas, que desde a última segunda-feira (18) registra poucas vendas.

“As pessoas não têm nem água para tomar banho, não querem sair de casa, logo não consomem, o que afeta diretamente o mercado”, explicou.

Ainda segundo o presidente, antes mesmo do colapso, o mês de março já estava sendo difícil por conta do feriado de carnaval ter acontecido no início, o que inibiu ainda mais as compras após a data. Caso o abastecimento de água não seja normalizado em breve, o dirigente prevê caos no município.

Em nome dos empresários de Campina Grande, Artur Bolinha apela aos órgãos responsáveis pelo fornecimento de água na cidade. “A CDL está muito preocupada com a situação e pede que o abastecimento seja estabelecido o mais rápido possível”.

Em nota divulgada, a CDL afirmou que situação de colapso é humilhante e pediu uma providência ao governador João Azevêdo. “Em 2018 o comércio sofreu para conseguir se recuperar dos reflexos deixados pela greve dos caminhoneiros, agora o problema volta com outras proporções que poderão deixar marcas até o momento incalculáveis”, diz trecho do documento.

O prefeito Romero Rodrigues assinou, nesta quinta-feira (21), um decreto de calamidade pública por conta da falta de água na cidade. Unidas Básicas de saúde e hospitais também já tiveram o funcionamento afetado pela crise no abastecimento da cidade.

MaisPB

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