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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

O Mercado Central de JP: 70 anos

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publicado em 13/03/2019 às 15h29

Estávamos em um centro comerciale encontramos uma simpática senhora que se apresentou como leitora denossos artigos e em especial da série em publicação sobre “João Pessoa, Cidade Sustentável”. E instigou que escrevêssemos quanto ao fato do Mercado Central da capital paraibana está a merecer mais cuidados dos governantes, menos no que se refere à sua estrutura física, e mais quanto à ambiência social porquanto lá existem, quase como permanentes, “pessoas da pesada”causando o afastamento de muitos clientes.

De pronto entendemos o porquê dessa leitora direcionar seus apelos “aos governantes” e não só à Prefeiturapessoense, administradora do Mercado Central. O problema maior é, como já dito, da ambiência social. Assim sendo, é mais do que recomendável uma ação em parceria Prefeitura/Governo do Estado para a preservação, em todos os sentidos, inclusive como centro gastronômico e de apelo turístico, dessa feira livre que é a principal e a mais antiga de João Pessoa,merecedora, pois, de eficaz esquema de segurança.

A mesma leitora também chamou a atenção para os prejuízos (e temores) que essa falta de cuidados para com o Mercado Centralcausam até aos residentes e donos das lojas que estão no seu entorno (av. Dom Pedro II, av. Princesa Isabel, av. Almeida Barreto e rua Rodrigues de Carvalho). E ainda nos lembrou que o Mercado Central está para completar 70 anos, pois, conforme ela, foi inaugurado em 19 de março de 1949 quando a cidade tinha como prefeito Osvaldo Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. E complementou: – “Cuidar do Mercado Central é também o mesmo que preservar a história da cidade”. Nisso, um filho dessa leitora, que a acompanhava, disse: – “E que nessa revalorização, dote-se o Mercado com equipamentos de sustentabilidade, incluindo o de aproveitamento das águas de chuva”.

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