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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Mário Tourinho

Sem preconceito contra bilionários

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publicado em 22/01/2019 às 15h13
atualizado em 22/01/2019 às 15h14
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O Jornal Correio da Paraíba desta terça feira, dia 22, em sua página A/8, publicou matéria segundo a qual “Fortuna dos 26 mais ricos equivale a 50% do mundo”. E detalha que “as 26 pessoas mais ricas do mundo detêm a mesma riqueza das outras 3,8 bilhões mais pobres”. São dados de 2018 que fazem parte do relatório global da organização não governamental(humanitária)Oxfam, que atua em 93 países, tendo representação também aqui no Brasil, esta com sede em São Paulo.

Muito tem repercutido esse relatório da Oxfam. E, em princípio, em alguns provoca reações tipo “Que mundo desigual!… Uns poucos com tanto… A maioria quase sem nada!…”. Mas, há também muitas pessoas – e nelas nos incluímos – que dizemos “Graças a Deus existem esses vencedores em seus respectivos empreendimentos e, como tais, multiplicam mais e mais empregos para tantos!”.

Compreendemos as preocupações da OngOxfam diante do resultado de seu levantamento apontando que “a riqueza está ainda mais concentrada”.

No entanto, pensamos que quando a riqueza está economicamente ativa, gerando serviços, produtos, empregos e rendas para outros, devemos aplaudí-la! Não tenhamos preconceito, não! E estejamos sempre lembrados de que, por exemplo, os US$ 112 bilhões da fortuna do empresário Jeff Bezos ou os US$ 91,9 bilhões da de Bill Gates a eles não servem para bifes, cafés, vinhos e outras necessidades ou luxos pessoais, não! Para isto eles usam só um pouquinho, bem pouquinho mesmo, quase nada de seus ganhos… a grande fortuna, que eles tiveram competência para construir e sobretudo “controle”, essa grande fortuna está a serviço da sociedade mundial como um todo, especialmente gerando trabalho, emprego e remuneração para tantos.

Não tenhamos preconceito contra bilionários, não!

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