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Justiça mantém prisão de cirurgião e filho acusados de matar médico paraibano

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publicado em 03/07/2014 ás 10h05

A juíza Gisele Vieira de Resende, que está substituindo a juíza Inês Maria de Albuquerque, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes, manteve a prisão dos suspeitos da morte do médico Artur Eugênio Azevedo, 36 anos. O pedido foi feito pelo delegado Guilherme Caraciolo, que está à frente das investigações.

O médico Cláudio Amaro Gomes, 57, e o filho o bacharel em direito Cláudio Amaro Gomes Júnior, 32, estavam presos por 30 dias, mas a polícia pediu a prorrogação por mais 30 dias, o que foi acatado pela Justiça. Enquanto isso, pai e filho seguem presos no Centro de Triagem, em Abreu e Lima, no Grande Recife.

O delegado segue com as investigações por mais 30 dias. Ele espera identificar e prender os dois executores do crime. Pai e filho estão presos desde o dia 3 de junho. A defesa do médico tentou por duas vezes pedir sua liberdade, mas a Justiça negou.

Artur Eugênio era casado e deixou um filho pequeno. Ele foi arrastado por dois homens na entrada do prédio onde morava, na Rua dos Navegantes, em Boa Viagem, depois de largar do plantão no Real Hospital Português (RHP). Uma dupla em um carro interceptou o Golf preto que pertencia ao médico, de placas OYS-1564, e dois homens, um deles armado, entraram no veículo.

Na sequência, o carro saiu em alta velocidade com os suspeitos e a vítima. As câmeras de monitoramento do prédio registraram a ação. Ele foi encontrado morto na noite da segunda-feira, dia 12 de maio, às margens da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes. O carro foi localizado um dia depois, no dia 13, carbonizado, no bairro da Guabiraba, Recife.

Diário de Pernambuco

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