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“A.M.A.D.A.S.” e as urgências pessoenses

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publicado em 20/07/2015 ás 14h01

Na edição do Jornal Correio da Paraíba do sábado 18 de julho corrente, em seu Caderno 2, lemos o excelente texto de André Luiz Maia, que, com o título “A obrigação de ser jovem”, chamava a atenção e elogiava o monólogo “A.M.A.D.A.S.”, cuja apresentação, a cargo da atriz Elizabeth Savalla, realizar-se-ia – como se realizou – no mesmo sábado e no domingo (19), na Estação Cabo Branco.

Lá estivemos na sessão do sábado. E sobre o monólogo em si e a interpretação da atriz Elizabeth Savalla é dispensável maior comentário, porquanto o auditório completamente lotado, as gargalhadas expressas e os demorados aplausos bastam para dizer da boa receptividade dos pessoenses em relação a esse espetáculo.

Somos impulsionados, porém, a também dizer que o significado de “A.M.A.D.A.S.” (título do monólogo) é Associação das Mulheres que Acordam Despencadas e traz uma reflexão sobre  “a ditadura da juventude, tanto para com as pessoas que chegam a uma certa idade, quanto entre as mais jovens”, conforme diz a atriz Elizabeth Savalla, que completa: “Vejo meninas de 20 anos aplicando botox para não criar rugas!…”.  Mas, no espetáculo ela também adverte que aquele “despencar” não acontece só em relação a “elas”, não! Em relação a “eles”, também e este “despencar” não é só o da barriguinha!

E quanto às “urgências pessoenses”, do título destes escritos? Que tem a ver? Respondemos:

– Compreendemos o quanto é  difícil administrar uma cidade como João Pessoa em um tempo de tantas demandas e também de notória crise econômica nacional. Entretanto, o acesso à Estação Cabo Branco exige uma ação ainda mais urgente, se necessária em conjunto Prefeitura e Estado, para que as vias pelas quais hoje temos que enfrentar não sejam um cartão negativo tanto para os turistas quanto para os aqui residentes! E ficamos a imaginar que os elogios feitos à cidade pela atriz Elizabeth Savalla representam que ela gosta mesmo de  João Pessoa, ao ponto de nem reclamar dos catabís enfrentados entre o hotel e o local do espetáculo ou dos ziguezagues decorrentes das obras do viaduto de Mangabeira.

E como dias atrás, pela madrugada, em viagem de ida e de volta, tivemos de nos valer de nosso aeroporto (o Castro Pinto), voltamos a lembrar que outra urgência urgentíssima a ser tomada a várias mãos (cidades envolvidas e governo do Estado) é a do acesso àquele aeroporto, dando-se imediato “jeito” à via entre a BR-230 e o Castro Pinto e à iluminação desde Oitizeiro até aquele campo aeroviário!

MaisPB

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