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Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

O substituto de Efraim

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publicado em 18/06/2010 às 15h29

A iminente desistência do senador Efraim Morais da disputa eleitoral deste ano abre um flanco na chapa da Oposição sem tamanho previsível.

Mesmo acossado por denúncias de contratação de funcionários fantasmas, Efraim tem uma base sólida de prefeitos, lideranças e preside um dos partidos mais coesos da política paraibana.

Por isso, o bloco de Ricardo pode ter dor de cabeça para tentar encontrar um nome do porte de Efraim para preencher a vaga.

Wellington Roberto é o que mais tem corrido atrás do espaço. Ele sabe que terá chances de se eleger, desde que faça dobradinha com Cássio Cunha Lima.

É por isso que Wellington deu uma recuada nos entendimentos com Maranhão e avançou nas conversas com Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima.

Roberto talvez seja para o momento o melhor substituto. Tem se mantido na mídia 24 horas, preside um partido importante e tem o que o mercado eleitoral mais estima: prefeitos debaixo do braço.

Luiz Couto corre por fora. Só tem chances se Maranhão cometer o erro de não colocar o PT na chapa, o que dificilmente acontecerá devido as atuais circunstância do quadro.

O PT fora da chapa, Couto teria argumento perante o diretório nacional para emplacar uma vaga de senador na chapa do PSB.

Ney Suassuna é praticamente carta fora do baralho. Apesar da estrutura financeira e de ter a simpatia dos prefeitos, o ex-senador se mantém distante da cena política e só abre a boca para cometer trapalhadas.

O substituto ainda não foi escolhido. Mas a saída de Efraim da chapa já é admitida por gente graúda do núcleo oposicionista.

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