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Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

Escaramuças do 1º turno

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publicado em 09/10/2010 às 22h49

Pelo menos para uma coisa o segundo turno na Paraiba já serviu. Quem estava com uma espinha atravessada na garganta pode jogar tudo para fora.

Primeiro foi o deputado estadual Quinto de Santa Rita e o prefeito Marcos Odilon Ribeiro Coutinho. Eles romperam com o governador e o acusaram de enfraquecer aliados e beneficiar ex-adversários.

Depois apareceu o aguerrido deputado estadual Jeová Campos para desabafar. O petista descobriu após a abertura das urnas que teve suas bases invadidas por gente próxima do governador.

Outra insatisfação incontida é a da família Paulino. Raniery não esconde de ninguém que o clã esperava ter sido melhor tratado e reconhecido pelas décadas de fidelidade à Maranhão.

Deixam transparecer que o governador privilegiou "cristãos novos" como Welligton Roberto e Aguinaldo Ribeiro e deu um "chega prá lá nos de casa".

Pelo o que se sabe nos bastidores, os queixosos têm lá suas razões, embora só tenham tido coragem de chutar o pau da barraca, após o revés do dia 3. Faz parte.

Estratégia ou desânimo – A campanha de Maranhão tenta adotar a linha da discrição e do silêncio para surpreender o adversários. É comos se os maranhistas estivessem fingindo de mortos.

Adesões – Os ricardistas aproveitam a onda. A coordenação contabiliza várias adesões. Tem prefeito que se dizia maranhista desde criancinha se oferecendo para aderir. Oportunismo puro.

Chora, me liga – Tão logo o TRE confirmou o segundo turno na Paraíba, o celular do jornalista Nonato Bandeira, da coordenação da campanha de Ricardo Coutinho, registrou ligações inesperadas. Teve gente que precisou resgatar o número, antes deletado da agenda de contatos.

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