João Pessoa, 20 de novembro de 2017 | --ºC / --ºC Dólar - Euro

ÚltimaHora

Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

Contagem regressiva

Comentários:
publicado em 24/10/2010 às 22h17

O frio na espinha já incomoda ricardistas e maranhistas. A semana decisiva para o futuro dos dois grupos políticos predominantes na Paraíba começa.

Cada dia é interminável. Basta ver nas feições dos estrategistas e operadores da campanha para assimilar o cansaço e a sensação de esgotamento.

Foram quatro meses de agitação, tensão, medo e euforia para ambos os lados até que surgiu um segundo turno para aumentar a carga de stress.

Um mês de "tudo ou nada". Há seis dias do veredito, cada lado se apega no que tem de potencial.

A campanha do PMDB estimula seus prefeitos e lideranças a aumentarem diferenças nas votações nos municípios. O PSB encoraja a militância a partir de adesões e manifestações populares.

Os maranhistas garantem que vão despejar toda a energia nesta semana final de um das disputas mais emblemáticas da história política recente do Estado. Os ricardistas apostam que o voto já está cristalizado.

Armações – O clima de beligerância por si só alerta: é possível que nessa reta final de campanha o eleitor assista a "escândalos" encomendados.

Alvo – Determinada campanha articula denúncia no guia eleitoral de transporte irregular de eleitores de João Pessoa para o interior. Imagens com câmera camuflada já foram gravadas na tentativa de emprestar suporte á denúncia.

Desenvoltura – O deputado estadual eleito André Gadelha (PMDB) teve que pedir compreensão a aliados, com diferenças política locais, para cumprir o mister de coordenador político da campanha do PMDB na região de Sousa.

Entusiasmo – O presidente da Câmara de Campina Grande, Nelson Filho (PRP), era um dos mais animados na carreata de Ricardo Coutinho em Campina Grande. "Foi coisa bonita de se ver", exclamou o parlamentar.

Gol – O prefeito de Taperoá, Deocléio Moura (PSB), e o presidente da Câmara, Ailton Paulo de Souza, marcaram ponto com o funcionalimsmo municipal ao sancionarem lei que dá aumento de 20% na insalubridade dos professores e servidores da saúde.

Leia Também