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Ricardo prega candidatura do PT ao Governo ‘para unir militância lulista’

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publicado em 27/01/2026 ás 14h57
atualizado em 27/01/2026 ás 18h52

O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) defendeu, nesta terça-feira (27), em entrevista ao Liga 360 Debate, da TV Norte Paraíba, uma candidatura própria do PT ao Governo do Estado nas eleições deste ano e revelou simpatia pelo movimento do PSOl na direção de ter um candidato.

Ricardo pregou a necessidade de uma candidatura alternativa aos projetos de Cícero Lucena (MDB) e de Lucas Ribeiro (PP): “A Paraíba vem perdendo aquilo que chamo de alma e conteúdo. (…) Eu ainda acho que o PT pode ter candidato”.

Coutinho sugeriu os nomes do PT, a exemplo da ex-prefeita de Conde, Márcia Lucena (PT), da ex-deputada Estela Bezerra (PT), e da professora Maria Luiza Alencar, da Universidade Federal da Paraíba, como opções para disputar o governo pela legenda.

Unidade da militância lulista

A postulação própria, pensa Ricardo, serviria para unir a “a militância lulista, que é maior que a militância petista. Para aglutinar essa militância. As nossas chapas seriam diferecionadas para priorizar a campanha de Lula, coisa que os dois palanque que estão aí só falarão em Lula quando ele estiver aqui. Eu gostaria muito que essa tese (fosse possível).

O ex-governador reconheceu que a tese de candidatura própria não é um sentimento majoritário no PTm dividido entre Lucas e Cícero: “Eu sou minoritário”.

“Pacto de convivência” 

Ricardo propôs um “pacto de boa convivência” com os pré-candidatos ao Governo, Cícero Lucena (MDB) e Lucas Ribeiro (PP), no primeiro turno. No segundo turno, os petistas discutiriam uma aliança com os dois concorrentes ao Palácio da Redenção.

“Agora vamos ver as conjunturas, o que o presidente Lula acha? Porque veja bem uma coisa. Nós podemos fazer um pacto de uma boa convivência na disputa local. As candidaturas de Cícero e Lucas já apoiam a candidatura do presidente Lula. Eu acho que o PT poderia dar à sua militância uma alternativa e no segundo turno é outra eleição”, sugeriu.

“Quando foi criado dois turnos foi para que as forças políticas se apresentassem. Não foi para que as forças políticas se diluíssem”, complementou Ricardo.

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