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É formado em Direito pela UFPB e exerce funções dedicadas à Cultura desde o ano de 1999. Trabalhou com teatro e produção nas diversas áreas da Cultura, tendo realizado trabalhos importantes com nomes bastante conhecidos, tais como, Dercy Golcalves, Maria Bethania, Bibi Ferreira, Gal Costa, Elisa Lucinda, Nelson Sargento, Beth Carvalho, Beth Goulart, Alcione, Maria Gadu, Marina Lima, Angela Maria, Michel Bercovitch, Domingos de Oliveira e Dzi Croquettes. Dedica-se ao projeto “100 Crônicas” tendo publicado 100 Crônicas de Pandemia, em 2020, e lancará em breve seu mais recente título: 100 Crônicas da Segunda Onda.

A banda H3N2

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publicado em 19/01/2022 às 07h13
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Essa eu tenho que te contar pessoalmente, me falou, Silvia no WhatsApp. Eles falaram que seriam o maior Festival da história. Chegamos lá, um bando de gente, parecia uma cena de “os pássaros” (foto) do mago Hitchcock.

Não havia informação de onde trocávamos nossos ingressos do ViruSummerFestival, isso porque começou a chover e a bagunça já começava ali, não foram distribuídas capas para os participantes.

Disseram que na área reservada para os “very important future patients”, o chão era protegido por uma espécie de gradil antiderrapante e era coberto. Mas tudo funcionava no grito, ainda bem que o pix salvou as compras, pois nos outros anos tinha lugar que somente aceitava dinheiro em espécie.

Um saco! A novidade esse ano era a fila de ex-bbb e influencer, o que não deu certo, pois gerou aglomeração e reclamação por ser a mesma entrada para ambos e foi a que mais deu confusão, uma mulher com um papelzinho olhando nome por nome e tirando selfie com cada um que chegava, transformou aquilo num tieteFest, literalmente.

Mas, eis que começam as atrações principais, o palco estava lindo, uma dezena de painéis de LED deixou o cantor Ômicron, o mais aguardado do momento, emocionadíssimo, no mais, ajoelhou-se e agradeceu por estar ali passando sua mensagem a todos, indistintamente naquela noite.

A apresentação foi perfeita, no final teve direito a bis com dancinha sincronizada da maioria dos participantes do maior sucesso do cantor, o hit hospitanejo “beijou, adoeceu”! Foi demais! Inesquecível!

A segunda atração da noite foi a banda H3N2, um sucesso entre os jovens, seu som lembra muito as batidas da banda Influenza e H1N1 dos anos 90 e 2000, respectivamente, muitos criticam por achar a banda dos meninos, uma simples releitura de pegada mais forte que as demais, mas o que importa é que é sucesso, uma febre entre os adolescentes e amantes do pop.

Por último foi a vez da ultrarresistente musa do Bregaforró, a estonteante Candida Auris. Os corpos já molhados, colados, cansados não ofereceram resistência aos encantos da fungilíaca estrela em ascensão.

Candida ficou famosa por ter deixado o cantor Zé Neto arriado aos seus pés, era só o que se falava nos tabloides digitais, ela nega tudo. Pode ter sido chamada de oportunista, mas seu show, uma mistura de norte, nordeste e melodias internacionais, fez a temperatura subir e gerou tumulto, confusão mental e gritaria na multidão, o que faz da Candida, a nova bola da vez dos Festivais!

Candida está na boca do povão! O ViruSummerFestival foi realmente um estrondo!

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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