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ATO EM JOÃO PESSOA

Marcelo Queiroga defende que pais decidam sobre vacinar crianças e critica passaporte

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publicado em 15/01/2022 às 09h30
atualizado em 15/01/2022 às 10h12
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se posicionou, neste sábado (15),  contrário ao passaporte da vacinação contra a Covid-19. Durante ato de vacinação contra a doença causada pelo novo coronavírus, em João Pessoa, o médico paraibano alegou que a “medida indutora” não tem cumprido sua missão.

Queiroga defendeu decisão individual pela imunização e alegou que a campanha de vacinação tem dado certo não por uma exigência mas porque os brasileiros tem aderido a vacina de livre e espontânea vontade.

“Nós somos a favor da vida e a liberdade. Compete ao estado é dar aos menos para as pessoas tomarem a sua decisão. São vacinas individuais e cada um tem que tomar a sua decisão. Porque é que a campanha de vacinação no Brasil da certo? É por causa desse passaporte da discórdia? E alias agora foi desmoralizado nos cruzeiros ou porque as pessoas buscam as campanhas de vacinação?”, questionou.

Sobre a vacinação de crianças, Queiroga defende que os pais decidam se vacina ou não os filhos.

“Como são recentes cabe a cada pai e cada mãe buscar o esclarecimento devido. Não é o Estado que tem que tomar essa decisão”, afirmou.

Ele também defendeu que os médicos possam atender os pacientes maneira “personalizada”.

“A minha posição pessoal, o setor público, o serviço público, e as autoridades públicas elas devem se reger pelo principio da impessoalidade. As informações estão todas postas e cada profissional e médicos podem fomentar cada paciente de maneira personalizada”, destacou.

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