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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de membro do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Uma outra “marca marcante”: Transnacional!

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publicado em 30/11/2021 às 06h32
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Em meados de novembro escrevi, e aqui foi publicado, o artigo de título “AETC-JP: marca que fez/faz até ´amigas para sempre´”. Disse, naquele texto, que há marcas que “o tempo não apaga” ou, como cantado por Cazuza, “o tempo não pára”. E exaltei a força, como “marca marcante” que não só foi, mas ainda é – mesmo sem oficialmente mais existir – a sigla “AETC-JP” correspondendo à Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa.

Foram várias as manifestações de aprovação àquele texto, especialmente por parte de jornalistas, a maioria deles ponderando que “essa marca foi o maior instrumento de confraternização da imprensa paraibana através do Prêmio AETC-JP de Jornalismo. Lembremo-nos, a propósito, que esse evento realizou-se por 13 edições anuais, sempre no mês de dezembro.

Mas, no contexto dessas manifestações sobre “marcas marcantes”, chamou-me a atenção o que foi colocado pelo presidente da ONG “ETEV” (Educar para o Trânsito, Educar para a Vida), Luiz Carlos André. Ele disse: – “Uma outra marca marcante, inesquecível mesmo, é, sem dúvida, Transnacional! Ela nem mais está nos ônibus de João Pessoa nem nos de Capina Grande, porque agora os nomes que estão indicados em seus ônibus são os dos respectivos Consórcios. Aqui em João Pessoa o Consórcio Unitrans. Porém, quando o passageiro exclama, conforme a linha que esteja operando,  é: ´Lá vem o ônibus da Transnacional´!”.

Esse persistir de lembrança ao nome Transnacional, por parte dos passageiros, também ocorre na cidade de Campina Grande, como testemunhado e chamado a atenção pelo superintendente do SiTrans-CG, Anchieta Bernardino. Ele – Anchieta – diz ser impressionante como os passageiros, mesmo diante de um ônibus sem exibir esse nome, e como que automaticamente, uns dizerem aos outros: “Lá vem o Transnacional!”.

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