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UE investiga produtos falsificados contra Covid-19

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publicado em 20/03/2020 às 16h21
atualizado em 20/03/2020 às 14h20
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Os trabalhadores produzem máscaras faciais à medida que a demanda por sua produção aumenta rapidamente e se esforça para atender aos pedidos, nas instalações de um fabricante turco em Istambul, Turquia, em 30 de janeiro de 2020.

Reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre as importações de produtos falsos, relacionados ao coronavírus, que são ineficazes ou prejudiciais à saúde, informou o escritório europeu antifraude Olaf nesta sexta-feira (20).

Os produtos apreendidos incluem máscaras, dispositivos médicos, desinfetantes e kits de exames.

Máscaras falsificadas, inclusive para crianças, foram vendidas online nos países da União Europeia de cinco e 10 euros cada, cerca de três vezes o preço normal.

“Além de ineficazes contra o vírus, uma vez que os produtos também não cumprem as normas da UE, são potencialmente prejudiciais à saúde. Por exemplo, eles podem provocar uma contaminação bacteriana perigosa”, afirmou o escritório, em comunicado.

Os produtos falsificados entram na Europa por meio de vendas online e chegam, principalmente, por serviços de entrega ou pelo correio, mas também por contêineres com certificados falsificados ou declarados como outros produtos. Eles são encontrados em canais de distribuição normais ou no mercado negro.

Agência Brasil 

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