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Advogada defende Kakay por traje informal

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publicado em 14/01/2019 às 09h14
atualizado em 14/01/2019 às 09h20
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A advogada paraibana Catharine Rolim saiu em defesa do jurista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido pelo apelido de Kakay, por ter feito uma fotografia no corredor do Supremo Tribunal Federal (STF), em trajes informais.

De acordo com ela, a fotografia não representa alguma forma de  banalização do Judiciário por parte da advocacia criminal, com afirmam os críticos a postura do advogado.

“É fato que Kakay representa, sem sombra de dúvida, a elite da advocacia criminal brasileira, o que ele conquistou por mérito, por ser exímio conhecedor da matéria penal e constitucional, mas isso não o afasta da condição de pessoa normal. Quem o conhece, sabe do seu desapego aos excessos, do seu jeito espirituoso e despojado de ser, da sua extrema simplicidade e, não posso esquecer, da sua humanidade, características estas que não embargam seu respeito ao Judiciário”, argumentou.

Para ela, “a Justiça como a casa do cidadão, deve estar de portas abertas para dar a cada um apenas o que é seu, independente de vestes, cor, partido, religião ou condição social”.

MaisPB 

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