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Anitta revela que teve recaída na depressão após ‘Vai, malandra’

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publicado em 17/11/2018 às 10h22
atualizado em 17/11/2018 às 10h23

Em seis episódios, é possível perceber os motivos que levaram Anitta ao topo e ainda entender como o mundo está se rendendo a ela. No documentário “Vai, Anitta”, a cantora mostra como 2017 foi mesmo um ano de xeque-mate (que também deu nome a seu projeto de lançar vários clipes consecutivos) para ela e os seus.

Enquanto desbravava a cena pop internacional, ela se apaixonou, gravou com gente importante, teve poucos dias de descanso, passou por uma depressão e uma separação meses depois. Se há algo para concluir com a série, é que não é fácil ser Anitta. Nem estar a seu lado.

Na época em que gravou “Is that for me”, com o DJ Alesso, na Floresta Amazônica, Anitta estava insegura quanto ao figurino. No segundo episódio da série, ela conta que recebeu as roupas, não curtiu muito, mas aceitou. Quando o clipe foi ao ar, veio a enxurrada de críticas aos looks.

“Fiquei calada e pensei: deixa essa merda dar porque quando falo, sou grossa, estúpida, mal-educada…. No dia seguinte, falei: olha, só para vocês saberem, nunca falaram tão mal de mim na história dos meus videoclipes”, conta ela, sobre a proposta assinada pela stylist Yasmine Sterea.

A mesma equipe voltaria a irritá-la quando ficou com os seios à mostra durante a apresentação no Prêmio Multishow, no ano passado. “Estava ensaiando há muito tempo para o prêmio até que meu figurino chegou em cima da hora. Achei que ia ficar tudo bem até que fiquei pelada no palco. Chorei como se o mundo tivesse acabado”, relembra. Depois disso, ela dispensou a equipe.

Anitta viu Thiago Magalhães, agora ex-marido, nos bastidores do “Música Boa”, que apresentava. Mandou um produtor atrás dele saber seu nome. Depois mandou um amigo dar seu telefone a ele. Thiago se fez de difícil, até que ligou e ficaram conversando. Saíram e, pouco tempo depois, ele a pediu em namoro na casa de Neymar, em Angra dos Reis.

Para comemorar o “desencalhe”, Anitta bebeu além da conta. Na volta para casa, passou mal e vomitou em Thiago. “Não tinha nem duas horas de namoro e já ia perder o boy”. Thiago, que aparece bastante na série, conta que o mesmo ocorreu mais duas vezes.

Anitta e Thiago se casaram três vezes. Em um cartório no Rio, na Amazônia, onde ela brigou com ele porque ele só ria durante a cerimônia com o pajé, e em Las Vegas. Ao fim dos episódios desta primeira temporada, ele quase não aparece em cena. Não a acompanhou numa importante premiação em março deste ano nem na gravação do clipe em Honório Gurgel. A crise já estava instalada entre eles.

No episódio em que fala da depressão que teve, logo depois do sucesso de “Vai, malandra”, Thiago deixa claro que não havia como a mulher ficar bem com a rotina insana que estava tendo. Anitta não se prolonga no relato. “Quando consegui que todo mundo falasse de mim depois do ‘Vai, malandra’, depois que passei a bombar lá fora, eu estava casada, eu tinha tudo para estar feliz, percebi que tinha algo de errado, porque não estava. Eu estava mal, e aí eu entendi que a minha depressão tinha voltado”.

Anitta fala abertamente que já beijou meninas e usou a música “I Kissed a girl”, de Katy Perry, para contar à mãe. “Fiquei com medo de como ela iria reagir, e ela foi supernormal”.

O lado exigente da cantora também aparece no documentário. Quando estava gravando “Downtown”, em Nova York, com J Balvin, ela aparece dando um baile na equipe que havia esquecido de fazer uma foto para um contratante. Enquanto paga geral, um assistente maquia seu bumbum.

Pouca gente soube, mas Anitta dá a entender que dispensou a equipe do incensado Terry Richardson, contratado para dirigir o clipe de “Vai, malandra”, porque era lerda demais. Pessoalmente, ela arrancou o rádio do ouvido de cada assistente, colocou na equipe dela e ela própria dirigiu a parte noturna das cenas.

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