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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Errei: não são 13 centavos e sim R$ 1,13

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publicado em 14/11/2014 às 14h29
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No artigo de título “Mailson e o aumento do diesel”, publicado na página de Opinião do Correio da Paraíba, edição da segunda-feira 10 de novembro, e também aqui no MaisPB, cometi um lapso que precisa ser corrigido.

Eu dissera que “em junho do ano passado a juventude brasileira foi às ruas dizendo um ´abaixo 20 centavos´ do reajuste da tarifa do transporte coletivo urbano de São Paulo que passaria de R$ 3,00 para R$ 3,20, embora a tarifa técnica, a tarifa real, seja de R$ 4,13 (os 13 centavos são subsidiados pela Prefeitura)” – eu dissera;

Errei nessa parte do texto, a que ficou entre parênteses, pois, em relação a essa diferença subsidiada pela Prefeitura de São Paulo estava claro que não era apenas de 13 centavos, mas de R$ 1,13 (R$ 4,13 menos R$ 3,00).

Para mais ainda esclarecer: a tarifa do transporte coletivo urbano de São Paulo está em R$ 3,00, valor cobrado aos passageiros. Mas a tarifa tecnicamente calculada, a tarifa real, aprovada pelo órgão gestor desse serviço no âmbito da capital paulista, correspondeu a R$ 4,13.

Não poderia deixar de fazer esta correção, cujo lapso pode até ter passado desapercebido por alguns leitores. É que, em nome não só da verdade, como também da credibilidade de um espaço de opinião que já o tenho há mais de 20 anos no Correio da Paraíba e desde agosto de 2010 no MaisPB, vi-me no dever de fazer o restabelecimento da realidade, como deve ocorrer sempre que se registre informação incorreta.

Ainda a propósito da postura da Prefeitura de São Paulo, precisa ser dito que naquela capital (mesmo atrasadamente) de 2013 para cá tem ocorrido efetiva priorização para o transporte coletivo urbano, Afora as muitas obras ditas arquitetônicas e/ou de engenharia para fortalecimento do setor, a implantação de faixas exclusivas para os ônibus já atingiu nada menos do que 380 km!

E não se imagine que esses 380 km sejam pouca coisa por se tratar de São Paulo, não! Realmente a capital paulista vem sendo exemplo, desde o ano passado, em ações concretas de priorização do transporte coletivo urbano, em que as faixas exclusivas para os ônibus constituem-se em essencial e emergencial providência para a melhoria da mobilidade urbana.

Entretanto, agora fazendo referência especificamente à cidade de João Pessoa, a Prefeitura pessoense, através da SEMOB e da SEINFRA, já está com projetos em andamento para que, brevemente, a capital paraibana também conte com muitos e muitos outros quilômetros de faixas exclusivas para o transporte coletivo urbano, ampliando o percurso de apenas 3 km atualmente existentes. E isto é muito importante. Muito melhora a mobilidade urbana para a maioria da população, que depende do transporte público para seus deslocamentos de todos os dias. E esta população agradece por tais providências.

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