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'santa do pau oco e carrasca'

Músico detona Joelma após ser demitido da banda e ela rebate

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publicado em 16/03/2018 às 17h42
atualizado em 16/03/2018 às 17h43

Está rolando o maior bafão em um grupo de fãs da cantora Joelma no Instagram. Tudo por que o tecladista da banda da cantora resolveu botar a boca no trombone e afirmar que foi demitido por ela. Cesar Cambojano usou a rede social para dizer que foi mandado embora depois que cobrou de Joelma seu cachê, que, segundo ele, estava atrasado. O músico ainda aproveitou para detonar a ex-mulher de Ximbinha, chamando-a de “santa do pau oco” e “carrasca”.

“Lá é assim: você não pode reclamar de nada. Só ela tem razão ou pode falar. Quem pensar o contrário ou falar, é tirado. Eu só cobrei os cachês que estavam atrasados para poder pagar minhas dívidas do mês. Então, ela preferiu me tirar do que pagar os atrasados. É assim que funciona. Pra vocês, fãs, ela é uma santa (do pau oco), pra nós, uma carrasca que diz: ‘Quem não tiver satisfeito, que saia. É assim que funciona”, desabafou ele.

Cantora rebate acusação

A reportagem entrou em contato com o tecladista, que não quis falar do assunto. Em nota, Joelma diz que César foi desligado da banda por conta de um processo de reestruturação, e afirma desconhecer qualquer insatisfação por parte do músico. E

la explica que o atraso no pagamento do ex-tecladista se deu por razão dos também atrasos sucessivos do pagamento de cachês pelos contratantes dos shows. A cantora ainda disse que a divulgação do conteúdo falacioso feito pelo músico pode gerar ações por danos morais.

Veja a nota:

“A cantora Joelma desconhece toda e qualquer insatisfação sobre o ex-tecladista da banda César Cambojano, quanto a supostos excessos no exercício do trabalho, pois sempre buscou tratar toda a sua equipe da maneira mais cordial e profissional possível.

Ressalta que a sua demissão foi parte de um processo de reestruturação da Banda, que envolveu a saída de outros funcionários, bem como o lapso no pagamento ocorreu em razão de atrasos sucessivos no pagamento de cachês pelos contratantes de shows na época, sendo o saldo em aberto efetivamente quitado. Salienta, por fim, que a divulgação de conteúdo falacioso pode gerar ação de indenização por danos morais, que será objeto de análise”, diz a nota.

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