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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo. Ocupou por três mandatos o cargo de membro do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração e atual presidente da Academia Paraibana de Ciência da Administração. E-mail: admmariotourinho@gmail.com

Afirmação de João Azevedo: “Sem diálogo não há Democracia”

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publicado em 12/05/2022 às 09h45
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Foi exatamente na solenidade de lançamento do ciclo 2022 das audiências públicas regionais do Orçamento Democrático Estadual (ODE), realizada na terça feira, dia 10, no Palácio da Redenção, que o governador João Azevedo, em seu pronunciamento, enfatizou: “Sem dialogo não há Democracia”.

Sem dúvida, o governador JA aproveitou um adequado momento para fazer tal reafirmação sobre uma das mais básicas ferramentas para prevalecimento da Democracia, que é a do diálogo, sobretudo a pré-disposição para praticá-lo.

Dizemos ter sido um adequado momento porquanto referida solenidade correspondeu ao lançamento desse ciclo de audiências alusivas à ferramenta das mais caracterizadoras da prática democrática, denominada de Orçamento Democrático Estadual, ferramenta esta que aqui no Brasil nasceu com a denominação de Orçamento Participativo, embora há quem diga que sua origem mesma foi lá nos anos 80, através de um programa titulado “Todo Poder Emana do Povo”, na Prefeitura de Pelotas/RS – gestão do então prefeito, do PMDB, Bernardo de Souza.

Fato, e importante é, que aqui na Paraíba, sob o sigla ODE – e como bem demonstrou o governador JA, muitas das realizações governamentais têm correspondido às demandas apresentadas nessas audiências públicas do Orçamento Democrático Estadual, entre tais ações aquelas que dificilmente teriam constado no respectivo plano de trabalho elaborado em gabinetes. E foi nesse ponto que o governador lembrou que “Sem diálogo não há Democracia”, Democracia cuja gestão deva estimular a participação coletiva, auscultando as opiniões de cada um, por mais divergentes que possam ser em relação àquelas em princípio defendidas pelo próprio governante ou sua equipe.

Lá no Palácio da Redenção, naquela solenidade, com a presença de tanta gente, e não só da classe política, mas principalmente representantes de comunidades, encontramo-nos com amigos integrantes da equipe do Governo JA e um deles, como que surpreendido, perguntou: “Você também aqui, Mário?!…”. Respondemos o óbvio, “sim”, e para caracterizar não estarmos como representante comunitário, dissemos que ali nos encontrávamos, acompanhados de dois colegas do quadro funcional de Técnicos de Políticas Públicas e Gestão Governamental da SEPLAN-PB (Silvia Carmélia de Medeiros e Valdeir Nunes Figueiredo) a convite do deputado Raniery Paulino e do secretário da Casa Civil, Roberto  Paulino, para, aproveitando a oportunidade, sermos apresentado ao Chefe de Gabinete do Governador, Ronaldo Guerra. Claro que ali estivemos, também, pela importante oportunidade que teríamos, como tivemos, de cumprimentar pessoalmente o governador João Azevedo, de quem fôramos contemporâneos na então Escola Técnica Federal da Paraíba (ETFPb), hoje IFPB, frequentando e concluindo o mesmo curso técnico de construção de estradas, embora em turmas diferentes. Encontramo-nos! Cumprimentamo-nos! Confortamo-nos… de nossa parte, mais ainda, pela constatação de que a Paraíba tem, mesmo, um governante que acredita e pratica o indicado  na frase “Sem diálogo não há Democracia”!

* Os textos dos colunistas e blogueiros não refletem, necessariamente, a opinião do Portal MaisPB

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