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Mamonas Assassinas ganha releituras nesta sexta-feira

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publicado em 26/08/2021 às 11h04
atualizado em 26/08/2021 às 08h07
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Há exatos 25 anos, em 2 de março de 1996, aconteceu o acidente que matou os integrantes dos Mamonas Assassinas, a banda que sacudiu o bom gosto. Os músicos morreram juntos, após um acidente aéreo na Serra da Cantareira, em São Paulo, que chocou o país. Os inúmeros fãs  que não arredaram o pé da banda, vão gostar da novidade: Mamonas Assassinas ganha releituras nesta sexta-feira, 27.

Os Mamonas Assassinas estão de volta?  Mesmo carregados de ironia e bom humor, os integrantes do grupo não deixavam passar uma oportunidade de bagunçar a ordem ou provocar os conceitos musicais em sua rápida e marcante obra, referência para toda uma geração que era criança ou adolescente nos anos 90.

O espírito irreverente do grupo de Guarulhos volta à tona com as releituras mais que inusitadas dos clássicos “Pelados em Santos”, “Vira-Vira” e “Robocop Gay” no EP “Very Crazy”, com produção musical da dg3 Music e lançamento pela Universal Music Brasil, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 27 de agosto. Os artistas selecionados para dar nova vida às pérolas dos Mamonas – e suas releituras – são surpreendentes.

O cantor Buchecha, um fera no suingue carioca, se uniu ao MC Koringa e entregaram um belo jazz para “Pelados em Santos”. Sim, falamos em jazz!! A música ganhou uma versão tão envolvente quanto emocionante, uma história de amor divertida, embalada por pianos, metais, groove e coro, digna de qualquer clube de jazz pelo mundo.

Já os cantores Ivo Meirelles e Anderson Leonardo (do grupo Molejo) injetaram ainda mais bom-humor em “Vira-Vira” e a levaram para o meio da roda de samba. A “música da suruba” já começa com o astral lá em cima e vai ganhando balanço a cada estrofe, num surpreendente partido-alto, com uma interpretação irreverente e bem carioca de Anderson e Ivo. Ah se os meninos dos Mamonas estivessem aqui para ver o quão diversificada sua música se tornaria!

O novo álbum digital, cujas versões foram aprovadas – e elogiadas – pelos herdeiros e o produtor original da banda (Rick Bonadio), encerra com um remix futurista de “Robocop Gay”, na voz dos próprios Mamonas, um hino dos anos 90 carregado de humor e inclusão muito antes do tema “diversidade” se tornar assunto tão discutido e proclamado. O EP contém duas versões do remix, uma completa (extended) e outra mais curta (edit), para fãs de todos os níveis; ambas têm produção musical, programação e remixes assinadas pela turma da dg3 Music, comandada por David Gomes.

Kubitschek Pinheiro MaisPB com Universal Music e Kélita Myra

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