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Senadora pede união para compra de vacinas

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publicado em 06/03/2021 às 11h53
atualizado em 06/03/2021 às 13h46
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Foto: Agência Brasil

Diante do levantamento publicado por veículos de imprensa nacional de que o cronograma de vacinação só prevê vacina para 65% da população brasileira, a senadora Daniella Ribeiro (Progressistas) demonstra preocupação com as consequências ainda mais drásticas que a pandemia da Covid-19 podem causar Brasil. Daniella ressaltou a importância de união de forças dos representantes políticos para cobrar ao Governo Federal a agilidade na compra das vacinas como forma de evitar que mais mortes ocorram em decorrência da covid-19.

“Infelizmente as vidas perdidas não voltam mais, temos que trabalhar com afinco para evitar que as estatísticas de mortes continuem a subir no nosso país”, afirmou. A senadora defende a vacinação em massa da população brasileira, como forma de combater a pandemia que já completou um ano e matou, até este sábado, 262.777 pessoas no país.

Especialistas em saúde afirmam que para atingir um patamar razoável que daria um certo ‘conforto’ da imunidade coletiva, é necessário vacinar, no mínimo, 70% da população. “Precisamos unir forças e cobrar a vacina. Até agora temos menos de 4% de vacinados e um índice de mortos que assusta. São vidas, não números. Cada morte por covid-19 é uma família que fica destruída, não podemos admitir a vacinação em passos lentos”, declarou a senadora.

Daniella mostrou preocupação também em relação à ocupação de leitos na rede pública e privada de saúde, com percentuais que apontam para o colapso iminente dos hospitais. No final de fevereiro, a senadora, após pedido do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, pediu 70 respiradores para a rede de saúde municipal da capital. O pedido foi prontamente atendido e os respiradores foram distribuídos na rede.
Os dados divulgados pelo jornal O Globo deste sábado consideram o cronograma de vacinas publicado esta semana pelo MS, levando em conta apenas contratos já assinados e com data de entrega prevista. Não consideram, portanto, possíveis novos contratos que venham a ser fechados com demais fabricantes de vacina.

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