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'Gol de Placa'

Dirigente aponta fraudes da oposição e prejuízo ao Botafogo-PB

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publicado em 28/09/2020 às 16h56
atualizado em 28/09/2020 às 15h29
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O presidente do Botafogo-PB, Orlando Soares, afirmou nesta segunda-feira (28), que as acusações feitas pela oposição do clube, que aponta para uma dívida de R$ 2,7 milhões da atual gestão, são falsas.

Orlando alega que as contas estão em dia e confirmou que vai contratar uma auditoria independente para analisar as contas do clube nos últimos 60 meses.

O dirigente argumentou ainda que o Botafogo-PB tem uma dívida de R$ 3.233.560,00 com o Governo do Estado, provenientes de fraudes cometidas durante o mandato do grupo político que tenta retornar ao clube no antigo Gol de Placa, que mudou de nome e hoje chama Paraíba Esporte Total.

As irregularidades do clube no programa governamental foram desvendadas no bojo da Operação Cartola, que culminou no afastamento de diversos dirigentes, entre eles Zezinho Botafogo, Breno Morais e Guilherme Novinho.

Por conta disso, Orlando diz que a atual gestão não recebeu as verbas do programa estadual referente aos anos de 2019 e 2020, valor que ultrapassa a casa dos R$ 2 milhões.

“Este dinheiro seria de suma importância ao Botafogo-PB, principalmente em um ano com diminuição de receitas, mas infelizmente nós não tivemos acesso por conta de irregularidades na gestão anterior, que tenta a todo custo retornar ao clube. Nós não podemos deixar que esse grupo volte à presidência do Belo”, contou.

Orlando Soares assumiu o Botafogo-PB há um mês com a renúncia de Sérgio Meira, que fez parte do grupo de Breno Morais e de Alexandre Calvacanti – candidato oposicionista à presidência – antes de assumir a Executiva do clube.

Orlando encabeça a chapa “Botafogo-PB para Todos” na disputa pela presidência executiva no biênio 2021/2022. Ele terá ao seu lado Luciano Wanderley Filho como candidato à vice. Na disputa pelo Conselho Deliberativo, o grupo será representado por Sérgio Meira (presidente) e Hebert Levi (vice).

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