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MAIS DE 30 FILMES

Brasil celebra os 71 anos do cineasta espanhol Pedro Almodóvar

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publicado em 25/09/2020 às 09h57
atualizado em 25/09/2020 às 11h02
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O cineasta espanhol Pedro Almodóvar, um dos maiores nomes do cinema, está completando 71 anos nesta quarta-feira (25). Nascido em La Mancha, Espanha, Pedro Almodóvar é reconhecido em todo o mundo por sua obra de mais de 30 filmes, como roteirista e diretor. Dono das cores mais vibrantes e das narrativas mais dramáticas do cinema, Pedro Almodóvar construiu uma carreira consistente e repleta de filmes que marcaram suas épocas de lançamento. Temas que envolvem gênero, família e relacionamentos (afetivos ou não) marcam seus roteiros inteligentes e críticos da sociedade. Os filmes do cineasta são reconhecidos por falarem de dramas humanos de forma sincera. Em alguns dos longa-metragens, como em “Tudo Sobre a Minha Mãe”, fala sobre mudanças familiares. Em “A Pele Que Habito”, ele retrata um cirurgião plástico compulsivo por uma paciente.
Conheça sete filmes que são boas referências para entender a obra de Almodóvar:

Tudo Sobre Minha Mãe

Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 2000, Tudo Sobre Minha Mãe marca a segunda parceria de Almodóvar e Penélope Cruz, que vive a freira Rosa. Esteban (Eloy Azorín) ganha da sua mãe Manuela (Cecilia Roth), de aniversário, um ingresso para a peça Um Bonde Chamado Desejo, estrelada por Huma Rojo (Marisa Paredes). Após conseguir um autógrafo da atriz, o jovem acaba morrendo atropelado e a mãe decide ir a Barcelona dar a notícia ao pai dele. No caminho, encontra a freira interpretada por Penélope e a travesti Agrado (Antonia San Juan).

A Pele que Habito

Interpretado Antonio Banderas, Roberto Ledgard é um cirurgião plástico que vive com a filha Norma (Blanca Suárez), que possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe. Ao ver a jovem traumatizada, o médico de Norma sugere uma maior socialização e incentiva que Roberto a leve para sair. O cirurgião pensa que a filha foi estuprada e elabora um plano para se vingar do suposto estuprador.

Ata-me

De várias formas similar a A Pele que Habito, este filme contém um desfecho mais controverso. Outra vez com Antonio Banderas, neste longa de 1989 o ator interpreta Ricky, homem mentalmente instável que após receber alta do hospital psiquiátrico no qual viveu pelos últimos anos, decide sequestrar uma atriz por quem está apaixonado. Marina Osorio (Victoria Abril) é literalmente atada por ele em sua própria cama, mas à medida que os dias correm, seu ódio e descontentamento evolui para um sentimento mais complexo por seu sequestrador.

Kika

Já esta comédia de 1993 traz Verónica Forqué como a otimista Kika, uma maquiadora que se apaixona pelo introvertido fotógrafo Ramón, interpretado por Àlex Casanovas. Entre os desentendimentos do casal, surge o fato de que ela foi amante de Nicholas (Peter Coyote), o padrasto norte-americano dele.

Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos

A tela é toda delas, assim como o apartamento da estrela da televisão espanhola Pepa, onde a maior parte da ação se desenrola. A personagem principal, interpretada por Carmen Maura, está se recuperando do fim de um caso com Ivan (Fernando Guillén), tentando a todo custo entrar em contato com ele uma última vez, para devolver seus pertences. Ao longo do dia, contudo, diferentes mulheres surgem em sua vista, assim como o jovem Carlos (Antonio Banderas), nada menos que o filho de Ivan.

Má Educação

Ambientado na Madri da década de 1980, Enrique Goded (Fele Martínez) é um cineasta com um bloqueio criativo e que se vê mais próximo de um ator que procura trabalho, Ignacio Rodriguez (Gael García Bernal), que foi o amigo mais íntimo de Enrique e também o primeiro amor da sua vida quando estudavam no mesmo colégio na infância. Com o evoluir da amizade, o diretor recebe um antigo roteiro em que são relatadas experiências que tiveram com um velho professor de literatura deles.

Volver

Em mais uma parceria de Almodóvar e Penélope, o filme retrata a história de duas irmãs que voltam à casa da família, que sofreu um incêndio e provocou a morte de seus pais. Ao reencontrarem uma tia muito debilitada, a produção fala de três gerações da mesma família que fala sobre perdão entre a vida e a morte.

Kubitschek Pinheiro – MaisPB

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