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'Calvário'

Desembargador detalha ação de investigados

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publicado em 30/04/2019 às 13h08
atualizado em 30/04/2019 às 17h45
Sede da Procuradoria Geral do Estado

A decisão judicial do desembargador Ricardo Vital, que deflagrou a 4ª fase da Operação Calvário, elenca uma série de elementos que coloca sob suspeita a atuação do então procurador geral do Estado da Paraíba, Gilberto Carneiro, com a servidora Maria Laura Caldas de Almeida Carneiro, em um suposto esquema de corrupção que envolve recursos públicos da Saúde da Paraíba. Maria Laura foi presa preventivamente nesta terça-feira (30).

Na decisão, com base nas investigações do Ministério Público da Paraíba, Vital diz que há “razoáveis indícios de ter ele estreita relação com Maria Laura Caldas de Almeida Carneiro, ocupante do cargo comissionado de assistente de gabinete com lotação na Procuradoria Geral do Estado, a qual estaria cumprindo determinadas ordens dele provindas.”

E mais: “Maria Laura permaneceu intocável, malgrado existirem elementos indiciários de nunca haver ela efetivamente exercido o cargo, tratando-se de mera acomodação administrativa. Mesmo após a deflagração da Operação Calvário no Rio de Janeiro, a investigada se manteve no cargo.”

De acordo com as investigações, Maria Laura exercia papel semelhante ao de Leandro Azevedo, assessor da ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias. Ambos já foram presos durante a Operação Calvário e liberados após delações.

Na decisão judicial, o magistrado ainda detalha a participação de outras 10 pessoas no esquema investigado pela operação Calvário.

Leia aqui o despacho do desembargador Ricardo Vital

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