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Max Oliveira é graduando em Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Tem passagens pelas principais emissoras de rádio de João Pessoa, onde atuou fazendo cobertura esportiva. Atualmente é comentarista e colunista do Mais PB.

Confrontar o passado e o presente não é inteligente

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publicado em 06/03/2017 às 17h07

Líder isolado do paraibano, mas eliminado da Copa do Brasil e respirando por aparelhos na Copa do Nordeste – eis o cenário atual do Botafogo em 2017. A diretoria parece satisfeita, mas a torcida cobra resultados melhores, sobretudo, um futebol mais convincente. Até aí, uma relação natural na rotina de um grande clube, não fosse a maneira como a diretoria do Belo lida com as críticas que vem recebendo.

Sobrou até para os jogadores do passado – mais vitorioso do clube por sinal. Em recente entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa, o presidente Zezinho do Botafogo, na tentativa de amenizar o impacto de algumas contratações, que até aqui não surtiram o efeito esperado, fez um comentário, no mínimo, infeliz sobre o elenco que levantou o Campeonato Brasileiro de 2013.

Na visão do mandatário alvinegro, aqueles atletas eram desconhecidos do futebol, e mesmo assim a torcida não cobrava tanto como agora. Os jogadores, claro, não gostaram da repercussão. O capitão Lenílson, Edgard, Wanderlei e Mário Larramendi foram alguns que usaram as redes sociais para rebater Zezinho do Botafogo.

A torcida, acredito, vai continuar cobrando melhores resultados e um futebol melhor praticado, faz parte de quem não se conforma com pouca coisa. Os jogadores do passado, por sua vez, já fizeram sua parte, estão agora no rol dos imortais do clube. Já a diretoria, só vai piorar as coisas caso queira protagonizar um novo embate.

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