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Jornalista paraibano, sertanejo que migrou para a capital em 1975. Começou a carreira no final da década de 70 escrevendo no Jornal O Norte, depois O Momento e Correio da Paraíba. Trabalha da redação de comunicação do TJPB e mantém uma coluna aos domingos no jornal A União. Vive cercado de livros, filmes e discos. É casado com a chef Francis Córdula e pai de Vítor. E-mail: [email protected]
Lembrei de um texto publicado na minha coluna no Correio da Paraíba, na década de 90, sobre um acidente na avenida João Cãncio, em Manaira – o motoqueiro Miguel... Continuar Lendo
Grande parte das pessoas não parecem sóbrias – e não é culpa do celular, que hoje é o companheiro da solidão – que já não é mais vicio. É... Continuar Lendo
Abrimos espaço para o texto do advogado Moacyr Arcoverde, que escreve sobre o amigo querido – o último moicano, Ivo Borges – em breve Moacyr será colunista do MaisPB ... Continuar Lendo
Quanto mais buscamos o conhecimento, mais seremos inigualáveis nesse caminho de ser completo. As crônicas de Rubem Braga (RB) são imagens intermináveis da simplicidade, que entram no nosso imaginário,... Continuar Lendo
Entre poucos, Odair José. O cantor e compositor Odair José, um dos nomes fortes da música popular brasileira, encheu o Teatro Paulo Pontes, com sua apresentação na última quinta-feira,... Continuar Lendo
não há mais pedras no caminho no meio do tempo e a letra A tem seu nome e posso aventurar-me a perguntar as flores da terra as nuvens do... Continuar Lendo
O que não permanece, é exatamente o que permanece. A fotografia que ilustra a coluna deste domingo é de 1929, tirada no encontro de Solvey, em Bruxelas. Não é... Continuar Lendo
Os anos vão passando – uma imagem sublima, às vezes neblina, outras revoadas, triste e com o tempo perdemos e ganhamos, e quando perdemos, é porque nunca foram amigos.... Continuar Lendo
Incrível. Outro dia escrevi sobre a síndrome de Frankenstein. Hoje não sei o que vou escrever – talvez sobre o cachorro de rua – mas tenho que fazer o texto... Continuar Lendo
Eu vou me adiantando empinando minha pipa, até chegar à linha invisível. Falar sozinho é uma síndrome? É nada, é apenas um monologo, a síndrome dos tagarelas está além da língua morta. Pelo menos... Continuar Lendo
A memória de uma pessoa chega a ser mais importante que ela, mais que a escavação que for necessária para lhe arrancar a vida, a voz, aquele som, para... Continuar Lendo
A regra sempre é clara, o jogo é que é turvo. Prefiro a distração que equipara à vigilância, mas marquei bobeira. Perdi a carteira ou um batedor agiu com... Continuar Lendo
Libido é sinônimo de desejo e em nome desse desejo, um clarão ilumina os neurônios, e dessa junção nunca haveremos de nos separar – levaremos no caixão? Sim, o pulsar, pulsa.... Continuar Lendo
Palowa regressou ao lar de si mesma, ao seu regaço. Já faz muito tempo que descobri que é de Lá que vem a invenção da gente no movimento de... Continuar Lendo
Caros palíndromos brasileiros, desenganem-se que o moderno não é pragmático, nem o careta, é escolado. Somos todos prenúncios, mas não somos o sujeito a esse desinteressante anátema, de que... Continuar Lendo