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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Que continuemos no Natal

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publicado em 27/12/2018 às 13h15

O Natal, com todas as comemorações e sentimentos que o envolve, está mais caracterizado nessas duas datas de dezembro: 24 (véspera) e 25 (dia).  E  todos sabemos que essas datas são, sem dúvida, as mais importantes do cristianismo, porquanto representativas do nascimento de Jesus… o começo de um novo tempo! No entanto, essas comemorações e sentimentos prevalecem por todo o período dito de fim de ano, ou seja, até o 1º de janeiro, Dia da Confraternização Universal e da Paz.

Realmente é neste tempo de fim de ano que mais se aguça, entre as pessoas, o sentimento de fraternidade, de solidariedade… de amor uns para com os outros! Daí a Igreja ensinar que o Natal também é tempo de reconciliação, ou seja, tempo para restabelecer-se as boas relações com quem se esteja ou estivesse de malquerença!

Por isto, também cabe dizer que este tempo de fim de ano corresponde a uma especial oportunidade para que cada pessoa renove-se, melhore-se em si mesma e, assim fazendo, sentir-se-á cristãmente fortalecida para o caminhar de todos os dias, o ano inteiro, em qualquer lugar.

Como é bom vivenciar-se a reconciliação, principalmente proporcionada exatamente por este clima do tempo natalino ou de fim de ano!… E pessoalmente tivemos essa maravilhosa oportunidade nesse sentimento e atitude, na recente véspera do Natal, dentro de um supermercado! Lá estava um ex-colega de trabalho, cuja malquerença nascera  entre nós em decorrência de uma audiência trabalhista em que éramos o preposto da empresa e ele a parte oposta da questão, questão esta obviamente de modo justo decidido pela Justiça.  Pois, bem! Esse ex-colega de trabalho, lá no supermercado, tomou a iniciativa de dirigir-se até nós e dizer: “Mário, a cada vez que lhe vejo em entrevista na tv fico tentando entender o porquê dessa malquerença entre nós, que nos dávamos tão bem! E como malquerença não faz bem ao coração, reconciliemo-nos!”.

Aí nos abraçamos! E que alívio! Que tempo de Natal e de fim de ano especial, pelo que nossos votos são os de que todos preservemos esse sentimento e tomemos atitudes com ele compatíveis… por todo o ano novo, de janeiro a dezembro!

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