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Max Oliveira é graduando em Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Tem passagens pelas principais emissoras de rádio de João Pessoa, onde atuou fazendo cobertura esportiva. Atualmente é comentarista e colunista do Mais PB.

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Paraíba é de quem afinal?

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publicado em 28/10/2016 às 16h56
atualizado em 28/10/2016 às 17h24

É provável que até o final da leitura da coluna o caso Marcelinho Paraíba, Campinense e Inter de Lages,  tenha tido novos desdobramentos. Mas antes que seja necessário apertar um F5, não custa nada discutir o capítulo da vez desta novela interminável.

Marcelinho Paraíba quer jogar no Campinense.

O Campinense quer ter o Marcelinho Paraíba.

Mas ambos, até o momento, não reúnem condições legais para que isso aconteça.

Já o Inter de Lages, que tem contrato com o jogador até novembro de 2017, também manifesta interesse em manter Marcelinho Paraíba, não descarta abrir mão do jogador para que ele viva os últimos capítulos no futebol com a camisa rubro-negra.

O que está faltando afinal?

Parece uma questão de ordem – de procedimento – para o desfecho da negociação, que até o momento, coleciona equívocos e trapalhadas. Anunciar a contratação do atleta sem que tenha assinado documento de vínculo soa como despreparo ou empolgação com o negócio.

Embora esteja muito próximo de um acordo, 99%, nas palavras do próprio Marcelinho Paraíba. O 1% tem que ser levado em consideração e com respeito. Não custa nada tratar do negócio reunindo todas as pessoas envolvidas – clube, empresário e jogador.

 Ainda mais quando se trata da principal contratação do clube para a temporada, talvez a mais importante dos últimos anos no Campinense. Se o Marcelinho Paraíba não vestiu a camisa, não assinou o contrato, ele pertence a quem afinal?

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