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Paraíba

João Pessoa, 26/03/2012 - 10h30

Luis Alberto Guedes

O que dá pra rir, dá pra chorar...

Natural de João Pessoa, Luis Alberto Guedes é Bacharel em Jornalismo pela UFPB. Atualmente é acadêmico da faculdade de Direito é pós-graduado em Gestão Pública na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Aluno Marista por nove anos, conheceu política no Pio X, onde foi eleito por três vezes presidente do Grêmio Estudantil. É conhecedor de Marketing e Consultoria política. Passou pelo Jornal A União e pelo Portal PB Agora. Atualmente é editor do MaisPB e apresentador do programa ´Tribuna do Povo´, dá Rádio Sanhauá.

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Fiquei boquiaberto ao constatar como o tempo tem o poder de apagar marcas do passado. No caso do vereador Tavinho, sua memória completa.

Durante entrevista a uma rádio de João Pessoa, o parlamentar rasgou o verbo contra a prefeitura, após denúncia do Fantástico contra o projeto “Jampa Digital”, que, investindo milhões, garantia que toda a cidade teria conexão wifi gratuita.

Segundo o vereador, é necessário que se apure as possíveis irregularidades no processo de licitação e implantação, inclusive com abertura de CPI e apuração do Ministério Público. Para ele, é escandaloso, por exemplo, que uma câmera de segurança no valor de R$ 10 mil tenha sido comprada por R$ 30 mil.

A pergunta que fica é a seguinte: Por que o vigilante vereador não requereu investigação quando, à época do lançamento do projeto, era líder do prefeito na Câmara? Até onde sei, um investimento desse tamanho deve ter passado pela análise e aprovação da Câmara antes de ser aplicado.

Naquela época o preço era justo?

Era uma boa “ideia” - Pode até a Prefeitura de João Pessoa não ter participado de negociata escusa com a empresa Ideia durante processo licitatório do ‘Jampa Digital’, mas uma coisa é fato: wifi grátis para os pessoenses ficou só no papel.

Minorias no poder - Enquanto o PSB acredita que João Pessoa está pronta para eleger uma mulher, o PSOL faz uma aposta mais alta: quer eleger o presidente do movimento gay ‘Espírito Lilás’. Acho justo.

Gritou em silêncio, foi? - Luiz Couto se disse vítima do “jornalismo de emboscada”, quando o áudio chamando Vitalzinho de bandido chegou ao conhecimento público. Oxe, se não queria que ninguém soubesse o que achava do peemedebista, por que disse em meio a uma reunião com dezenas presentes?

Num papel de pão - O presidente do TJPB, Abraão Lincoln, justificou o sumiço de nada menos de R$ 3 milhões em equipamentos doados pelo CNJ afirmando que estariam incluídas em uma nota só, sem discriminações. É mais ou menos como comprar uma padaria e discriminar: “10 pães e demais produtos e materiais – TOTAL = R$ 1 milhão”. Já imaginou se vira moda?

Sem pena do velhinho - Estelizabel está mostrando por que foi a escolhida de Ricardo Coutinho para seguir seu projeto na Prefeitura da Capital: sua língua afiada. Avisada que Maranhão havia chamado sua campanha de “capenga”, a socialista rebateu: “Capenga é ele, que vem perdendo tudo. Ele que cuide do futuro dele”

Pra que ciúme? - Por falar em Estelizabel, a pré-candidata fez uma visita nesta segunda ao senador Cássio Cunha Lima, que está em solo pessoense. Nada demais, já que são de grupos aliados. Não é, Cícero?

Garotada no poder - Veneziano entregou título de “Bebê Prefeito” a um recém nascido de Campina Grande, em alusão a uma campanha do Executivo. A última vez que coisa parecida havia acontecido foi em 1989, quando o “meninão” Cássio recebeu das mãos do pai o diploma de prefeito.  

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