João Pessoa, 25 de Maio de 2013
Paraíba
João Pessoa, 09/03/2012 - 10h35

Bastaram quinze minutos de atenção totalmente voltada para o trânsito, no centro de João Pessoa, ontem, para eu
me convencer de que o decreto baixado pelo prefeito Luciano Agra é extremamente necessário, sim. Nossos motoristas
só terão jeito mesmo à base do ataque ao bolso; os amarelinhos têm que ser implacáveis contra as infrações de trânsito.
É preciso multar sem dó nem pena aqueles, claro, que
de fato infringem as leis de trânsito. Para engordar seus
vencimentos, os amarelinhos não precisarão andar muito,
tampouco fabricar multas. Basta que fiquem em qualquer
parte, sobretudo na área central, para bater recordes de
produção e cumprir muito bem a sua função.
Os motoristas são de uma irresponsabilidade sem limites:
avançam sinal vermelho, entram em contramão, estacionam
em locais absolutamente proibidos, estacionam nas calçadas,
ocupam áreas exclusiva de deficientes. É um inferno.
Por exemplo: o amarelinho que atuar ali na descida
da Duarte da Silveira, já chegando à lagoa, redobrará seus
vencimentos só com multas aplicadas àqueles que trafegam, na maior cara de pau, na faixa exclusiva dos transportes coletivos.
É chocante, de fato, observar como se comportam os
motoristas, sobretudo na hora de rush. Grande parte deles
não tem o menor senso de responsabilidade, alguns noto-
riamente estão predispostos a se tornarem criminosos do
trânsito. Os motoqueiros e motociclistas, estes nem se fala.
Momento crítico - O senador Cássio Cunha Lima sinaliza que o poeta Ronaldo está nas últimas: “O poeta está num momento de recolhimento espiritual. Quem chega num
estágio de vida como a que ele está enfrentado, é difícil
não fazer uma revisão de sua própria existência. O poeta se depara com esse momento da vida. Temos que
compreender que o Deus que fez a vida também criou
a morte. E o poeta vive um momento delicado...”.
Estrago - O deprimente episódio em que petistas graduados foram às tapas no
Diretório do partido, em
João Pessoa, sem dúvida
causou um estrago razoável na pré-candidatura do
deputado Luciano Cartaxo.
Aquilo ali pôs de molho a
barba dos pessoenses...
Conflito - O prefeito Luciano
Agra precisa intervir para
que não descambe para a
violência total a relação
entre ambulantes e os
agentes de controle urbano. Mas também não pode
deixar que a coisa corra
frouxa e ordem deixe de
ser respeitada.
Fardamento - Somente na escola municipal Seráfico da Nóbrega,
em João Pessoa, foram vários casos, ontem, de alunos que
receberam fardamentos doados pela Prefeitura em tamanhos totalmente inadequados. Detalhe: as medidas foram
cedidas com antecedência.
Rebate - A propósito de sugestões da coluna para que, na
dúvida quanto a Lei Ficha Limpa, o melhor é não se
candidatar, o professor João Trindade rebateu as considerações, em carta nos seguintes termos:
“Prezado Wellington Farias:
Fiquei muito triste com o seu comentário, numa das
últimas colunas, acerca de advogados que atuam na área
eleitoral. Você disse que era para ter cuidado, porque “há
muitos advogados enganando políticos” em relação à lei
da ficha limpa e aconselhou os políticos a só procurarem
advogados de renome, com escritório estabelecido (as
palavras não foram, exatamente, essas, mas a idéia, sim).
Meu caro Wellington: ser famoso, ter nome, não
garante a qualidade do trabalho; assim como não ter
nome não significa que alguém esteja “enrolando” o
constituinte! Eu mesmo não tenho nome como advo-
gado eleitoral, mas me orgulho de ter advogado para o
PMDB, na campanha de Antônio Mariz a governador;
para o ex-deputado José Romero (um dos maiores e
mais respeitosos constituintes que tive).
Não se trata, Wellington, de ter nome, ou não. E ne-
nhum advogado engana, deliberadamente, qualquer cons-
tituinte. Você fez um juízo de valor genérico e equivocado.
Quanto à questão da lei da ficha limpa, discordo,
novamente, de você. Você aconselhou os políticos que
têm pendência a não arriscarem. Eu digo o contrário. O
STJ prestou um desserviço ao dizer que são alvo da lei
“ficha limpa” os políticos que tiveram contas rejeitadas
na eleição de 2010, não deixando claro o que iria acon-
tecer com os que tiveram contas rejeitadas nas eleições
anteriores (2006 e 2008).
Ao contrário, Wellington: esses devem arriscar,
sim; raramente terão suas candidaturas rejeitadas. E
tem mais: O STJ admitiu que mesmo os que tiverem as
contas rejeitadas em 2010 podem ser absolvidos, depen-
dendo do grau da culpabilidade.
Portanto, Wellington, a sua avaliação me parece
equivocada. Os candidatos que tiveram contas rejeita-
das devem ir à luta, sim; independentemente de seus
advogados terem nome “na praça”, ou não.”
Ciclistas - A Câmara Municipal de João Pessoa realizará no
próximo dia 16, a partir das 10 hras, audiência pública
para debater o Projeto de Mobilidade Urbana e a criação
de ciclovias para atender às necessidades e segurança dos
ciclistas pessoenses.
Explicando - Não sugerimos advogado de renome e de banca
famosa, mas profissionais de procedimentos éticos testados no mercado. E é fato que existe advogado de porta
de cadeia querendo “defender” o indefensável só pra
ganhar dinheiro.
» Eu mesmo conheço um que se diz grande Advogado Eleitoral, mas só vive pendurado em cargo comissionado, não tem um pingo de ética, mente, faz falsa denúncia, e só vive tomando cachaça. É bem novinho e já estragado. Agora quando conversa conta uma vantagem amuada.
» caro jornalista os próprios agentes de transito estacionam errado e aí? serei injusta por achar que eles não vão se multar? a indústria da multa é perigosa para todos.
» wellington aqui em monteiro o irmao do cantor flavio jose leva voto de repudio dos vereadores
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