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Paraíba

João Pessoa, 15/02/2012 - 10h26

Heron Cid

Bandeira levantada

Heron Cid é jornalista graduado pela UFPB. Filho de Marizópolis, no Sertão da Paraíba, começou na Rádio Jornal AM, em Sousa, foi repórter de política do Correio Debate (Correio Sat), apresentador dos programas Jornal da Correio e Correio Verdade, da TV Correio. Atualmente é um dos apresentadores do Correio Debate (Correio Sat), comentarista do quadro Pingo Quente, da TV Correio, colunista político do Jornal Correio da Paraíba e fundador e diretor geral do Portal MaisPB. heroncid@maispb.com.br

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Quem pagou pra ver, não duvida mais. O jornalista Nonato Bandeira só retira sua pré-candidatura se não conseguir preservar apoios partidários e não conquistar aceitação popular no desenrolar da campanha que ainda nem começou.

No bom português: a postulação pelo PPS é um sentimento irreversível, conforme manifestou o próprio pré-candidato em entrevista ontem ao Correio Debate (Correio Sat), apesar de reiterar irrestrito e total alinhamento ao projeto político-programático do grupo liderado pelo governador Ricardo.

Ficou claro, cristalino. Bandeira quer ser candidato defendendo as conquistas de João Pessoa na Era Ricardo/ Agra, porém colocando-se no páreo como alternativa em permanente construção e em busca de se firmar na caminhada com passos próprios.

É como se ele projetasse chegar, em junho, apresentando-se viabilizado política e eleitoralmente ao governa- dor e à cidade, mesmo sem a intervenção direta ou ostensiva dos Girassóis. O que, por si só, provaria uma qualidade particular a se considerar.

Ele dispõe-se a exaurir o diálogo com as lideranças políticas e segmentos sociais, não apenas para defender as mudanças de 2005 pra cá. Combate o “atraso” do PSDB, reconhece o presente gerado pelo PSB, mas prega embarque no futuro de novas idéias e concepções. De preferência, com a bandeira do PPS no mastro da nau.

Riscos I - Não são poucos os que projetam possíveis desconfortos na relação PSB, Ricardo e Nonato, com o advento real da manutenção da candidatura do secretário à PMJP.

Riscos II - O próprio Bandeira não foge ao assunto. “Já conversamos sobre isso. Eu entendo a posição dele (apoio a um nome do PSB) e ele entende a minha (candidatura própria)”.

Ruído na comunicação - De um lado, um hábil líder de massas, do outro, o interlocutor que melhor verbaliza o discurso em defesa do projeto socialista. Aparentemente, nem essas características comuns foram suficientes para uma comunicação sincronizada entre Ricardo e Nonato. O primeiro cravou: só haverá uma candidatura. O segundo avisou ontem: irá até o fim.

Posição, diálogo e convencimento - “Política se faz com posição, jamais com imposição. Antes de definir, você tem que conversar com as forças políticas”, analisou Nonato. Na interpretação da Coluna, o jornalista admitiu apenas uma condição para retirada de candidatura: o convencimento.

Elogios aos personagens principais - Bandeira fez questão reconhecer os méritos do governador Ricardo, que construiu uma trajetória firmada pelo contato direto com a sociedade, e elogiou, reiteradas vezes, o prefeito Luciano Agra, a quem considera um grande cabo eleitoral na eleição deste ano.

Engordando - Quem teve acesso aos números da pesquisa Índice, encomendada pelo PMDB, se surpreendeu com o patamar alcançado pelo solitário deputado Toinho do Sopão (PTN).

Satisfação contida - Um fato deixou em êxtase integrantes do núcleo maranhista: primeiro colocado na nova consulta, o senador Cícero Lucena (PSDB) permanece líder noutro quesito: da rejeição.

De bom grado - Em que pese o dado em desfavor do senador tucano, os peemedebistas alinhados a Zé Maranhão não causariam o menor obstáculo, caso Cícero topasse indicar o vice.

Passando... - Na reunião de anteontem no PMDB, com a frieza que lhe é peculiar, Maranhão historiou o currículo e a relação do deputado Manoel Júnior com o PMDB paraibano.

...Na cara - A raposa lembrou: lançou Manoel em 2004 e o ungiu vice de Ricardo. Recordou que, eleito, Júnior migrou pro PSB e depois regressou ao PMDB, onde achou portas abertas.

Civilidade -Passada a euforia, finalmente Governo e UEPB sentaram para a mesa do diálogo. Uma Comissão Técnica foi criada para analisar o impasse do duodécimo da instituição.

Curva ascendente  - O procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, assegurou que os repasses à universidade só cresceram no atual governo. Este ano, a previsão é R$ 218 milhões.

Superando o trauma - O presidente da Associação dos Docentes da UEPB, José Cristóvão de Andrade, viu avanços na reunião de ontem com representantes do governo. “Foi muito positiva”.

Bom senso - “Estimular esse fogo cruzado só prejudica os professores e servidores. A gente avança quando governo e UEPB saem dos extremos”, ponderou Cristóvão, ao sair do encontro.

Joio do trigo - O deputado Doda de Tião (PSD) nada tem haver com a barbaridade provocada pelo sobrinho, envolvido no sequestro e estupro de Queimadas. Até ele próprio pediu Justiça.

Pingo Quente

Deus não deixa acontecer isso não

(Do deputado Luciano Cartaxo, contundido após fraturar o pé no Picolé de Manga, perguntado se a torção era resultado de uma rasteira espiritual de Luiz Couto)

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15/fev às 11h50 - 

José Lucena (zzlucenahotmail.com):

» Os grandes jogadores de xadrez nunca deixam seu Rei tomar um XEQUE MATE (que é devastador), sempre negociam um empate ou abandonam o campo de luta se rsguardando e se preparando para outras batalhas. SE A CABEÇA NÃO PENSA A CULPA DESCE.