João Pessoa, 24 de Maio de 2013
Paraíba
João Pessoa, 28/11/2011 - 00h03

Em 1968, na gestão do Reitor Guilhardo Martins Alves, teve inicio a construção do Hospital Universitário da UFPB, atualmente denominado Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), e inaugurado, oficialmente, em 12 de fevereiro de 1980. Desde a colocação da sua pedra fundamental, várias etapas e muitos esforços foram realizados para que a nossa Universidade tivesse um Hospital Escola capaz de desempenhar um papel de qualidade no ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde.
O HULW tem excelentes profissionais de todas as áreas. Esses profissionais prestam relevantes serviços à comunidade universitária, assim como a toda sociedade paraibana dos diferentes recantos do nosso Estado, sobretudo, as comunidades carentes, fazendo deste hospital um hospital de referência.
Lamentavelmente, a imprensa paraibana vem noticiando uma grave crise que o hospital universitário da UFPB está passando.
Durante a marcha pelo fim do sucateamento do HULW, um documento distribuído pela organização da marcha, questionava: “Você sabia que o Hospital Universitário Lauro Wanderley é referência de alta complexidade e desenvolvimento de tecnologia para todo o Estado da Paraíba? Em compensação, você também sabia que o bloco Cirúrgico atualmente encontra-se parado por falta de materiais básicos como luvas, drenos e cateteres? E que a clinica médica está funcionando com escassez (mesmo básico de imagem e laboratoriais) e estrutura (falta até recipiente para coletar urina e escarro). E a obstetrícia, então? Também parou porque não tem medico suficiente... Ah, também falta alimento... Sim! Apesar de nossos pacientes não passarem fome – ainda – falta alimentação (tanto oral quanto enteral) especializada para alguns doentes”.
Com a finalidade de chamar a atenção de todos e encontrar uma solução para a crise no HULW, a marcha caminhou do hospital até o prédio da reitoria, onde exigiu a presença do Reitor.
Surpreendente foi ouvir a fala do Reitor, dizendo, entre outras constatações, que o HULW recebeu mais recursos esse ano do que no ano interior, tendo um aumento de 23% no seu orçamento, e que ele não entendia, como no ano anterior, com menos recursos, o hospital funcionava normalmente. A fala completa do Reitor repercutiu na imprensa, no dia seguinte, com a manchete: “HU recebeu R$ 23 milhões este ano, e Reitor vê indícios de fraudes”.
Ora, se a manchete traduz fielmente a fala do Reitor, é preciso que tudo isso seja apurado, e sejam responsabilizados aqueles que cometeram fraudes. Portanto, com essa afirmação do dirigente máximo da UFPB, mais do que nunca, o Reitor e os dirigentes do HU devem uma satisfação à comunidade universitária e a sociedade paraibana. Que os fraudadores agonizem, mas não deixem o HULW agonizando.
» A Reitoria agora se diverte com a criação de novos Centros, dividindo o indivisível. Cada curso vai virar um Centro!!!! E haja farra de distribuição de gratificações e cargos comissionados. Onerando o herário público! Alô!!!!
» A Ufpb clama por mudanças, mais transparência em suas ações, menos panelinha, mais academia.
» NADA SURPREENDE DE POLARI, POIS A UFPB ESTÁ UM CAOS. ELE ACUSA E DEPOIS VOLTA ATRÁS.PAPAFIGO ENGANA CRIANCINHA.
» Este é o retrato da UFPB. Uma grande instituiçã´que caiu no ranking de avaliação das universidades brasileiras. Agora está atrás das Universidades de PE, RN, BA, CE, MA. Pena que agora só estamos na frente de estados como Piauí, Sergipe e praticamente empatados com Alagoas. Vale lembrar que há poucos anos a UFPB estava entre as 3 melhores do Nordeste, brigando com Pernambuco e Bahia como referência no ensino. A UFPB encontra-se completamente desestruturada, o Campus é um monte de entulho de obras não acabadas, que só serão entregues pelo próximo reitorado, com os novos prédios cheios de problemas estruturais. Enquanto isso, as outras universidades já estão usufruindo dos novos prédios, bem melhores que os nossos, e dos novos equipamentos de ponta adquiridos pelo governo Federal. A UFPB, coitada, não consegue levar à frente os pregões e só compra equipamentos de terceira. Ainda por cima, devolve dinheiro ao MEC, pois não sabe nem tem competência pra gastar.
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