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Paraíba

João Pessoa, 02/06/2011 - 08h32

Heron Cid

A palavra é de José

Heron Cid é jornalista graduado pela UFPB. Filho de Marizópolis, no Sertão da Paraíba, começou na Rádio Jornal AM, em Sousa, foi repórter de política do Correio Debate (Correio Sat), apresentador dos programas Jornal da Correio e Correio Verdade, da TV Correio. Atualmente é um dos apresentadores do Correio Debate (Correio Sat), comentarista do quadro Pingo Quente, da TV Correio, colunista político do Jornal Correio da Paraíba e fundador e diretor geral do Portal MaisPB. heroncid@maispb.com.br

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Desde o primeiro dia que assumi a elástica responsabilidade desta coluna, na sucessão ao brilhante jornalista Rubens Nóbrega, conscientizei-me sobre o verdadeiro proprietário deste espaço: o amigo leitor que nos brinda diariamente com a retumbante audiência do Correio. Entre estes, há os que nos presenteia com a interação.

É o caso de José Gomes da Silva (mr.gomes47@yahoo.com.br), há 30 anos militante da educação. Ele se apropria da coluna para refutar informação do secretário Gilberto Carneiro, para quem somente 15% dos professores aderiram à greve dos professores. “Na última assembléia da categoria, o resultado foi 7x5 a favor da paralisação, mas eles não aceitaram o resultado”.

E segue José: “A incorporação da GED ao salário base não tem nada a ver com aumento. Quarto, a gratificação de R$ 230,00 é um aumento entre aspas, pois se o professor adoecer não pode tirar licença, se o fizer perde; se ele tiver em vias de aposentadoria, não pode se aposentar. Perde também a gratificação”, frisa.

Continua: “Os aposentados ficaram a ver navios. Não sei se você sabe, nós temos dois tipos de aposentadorias, uma baseada no salário mínimo, e a outra é chamada de paridade; significa dizer que toda vez que o governo der um aumento o aposentado nesse sistema tem esse direito. Isso é lei, o que Ricardo fez? Não fez a lei ser cumprida, já que deixou o aposentado de fora. Não quero fazer julgamento de quem radicalizou ou não, mas não houve diálogo de ambas as partes”, finaliza José.

Palavra de Scocuglia - Quem discorda de José Gomes é o secretário Afonso Scocuglia. Ele garantiu que em quatro meses houve oito reuniões entre Governo e representantes dos professores.

Verdade ou mentira? - As entidades precisam responder: pela proposta do Governo, o menor salário do professor paraibano será de R$ 1.156? É isso mesmo ou é mentira do secretário?

Com a palavra, doutor Aristávora - A coluna registra e-mail do médico Aristávora Fernandes (aristavora@hotmail.com) sobre a frase de sua autoria, sugerindo que a secretária Roseana Meira “conseguiu” unir a categoria. “Não percebo ironia na frase proferida. Se uniram sim, em suas reivindicações por melhores salários e condições dignas de trabalho...”.

Prática e discurso... - “... Até porque nosso Governador e a Secretária de Saúde fizeram história através dos movimentos de classe, sempre buscando justiça, dignidade e igualdade. Portanto, hoje, são contraditórias suas atitudes e ações, quando confundem a população...”.

Uma dose de bom senso faz bem - “... Culpando os profissionais da saúde, da educação e da segurança pública pelo caos que se encontra o Estado, esquecendo os compromissos com o povo...”. Nem a rispidez do Governo nem a chantagem dos médicos, doutor. O bom senso é o melhor remédio.

Interferência - O vereador Fernando Milanez (PMDB) não gostou nadinha da “interferência indevida” da secretária Roseana Meira agora na tramitação de matérias na Câmara da Capital.

Seletiva - A secretária enviou expediente à Mesa recomendando a reprovação de projeto do adversário Milanez e aprovação de proposta do aliado Bira. É mesmo estranho.

Mestre de obras - O secretário Manoel Ludgério passou toda a manhã de ontem “pastorando” os peões nas obras da futura sede da Secretaria do Desenvolvimento da Articulação Municipal.

Abafado - Walter Aguiar (secretário) e Luciano Cartaxo (deputado) têm o PT como ponto em comum, mas recentemente quase resolveram as diferenças no braço. Faltou pouco!

Inconformado - O secretário da APLP, Fernando Lira, reagiu contra a decisão do TJ, que tornou a greve dos professores ilegal, e espinafrou. “O tribunal julga sem ouvir a parte contrária”.

Inócua - É interessante quando os deputados sugerem retirar dos anais eventuais agressões proferidas. É como se pudessem apagar do tempo o que foi dito aos quatro ventos.

Destempero - Pegou mal para o deputado Raniery Paulino (PMDB) chamar o governador de “louco”. Trócolli Júnior, apesar de também crítico adversário, repreendeu elegantemente.

Página virada - Não perguntem nada ao vice-governador Rômulo Gouveia sobre o andamento da crise do PSDB. Sem qualquer apetite, o gordinho manda na bucha: “Já me livrei disso”.

Zen - No meio da crise, os oposicionistas procuraram em vão o deputado Caio Roberto (PR). Cabeça fria, o menino de Wellington prefere passar ao largo das confusões.

Light - Após o casamento, a deputada Daniella Ribeiro (PP) não descuida um segundo da forma. Tem evitado comidas calóricas e priorizado saladas. Greve de garfo.

PINGO QUENTE - “Retire, mas é o que eu penso no meu íntimo”. Do deputado Raniery Paulino (PMDB) sobre a proposta de retirada do termo doente mental usado por ele contra o governador.

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02/jun às 18h41 - 

goncalves ledo (goncalves.gehotmail.com):

» Não se devia nem comentar. Loucura eh uma patologia curável, porém demencia desse fillhinho do papai, é prá lamentar, não confudir com parlamentar...

02/jun às 17h34 - 

OPINIÃO DO CIENTISTA DR. PHODA (CSMB92HOTMAIL.COM):

» ABRA PARA COMENTÁRIOS MANÉ!