João Pessoa, 26 de Maio de 2013
Paraíba
João Pessoa, 10/08/2010 - 09h21

A campanha eleitoral deste ano não está morna apenas na Paraíba. Perece ser assim no país inteiro. Em São Paulo, por exemplo, onde se concentram 30,3 milhões de eleitores (22,3% do eleitorado nacional), são raros os indícios de que o país atravessa um dos momentos mais importantes de sua vida democrática, que a eleição geral para escolha do presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.
Os sinais da eleição são alguns poucos cartazes de candidatos dentro dos jardins de algumas casas, adesivos em alguns carros (não muitos nem daqueles enormes) e folhetos deixados debaixo das portas das casas.
É possível também se deparar com candidatos a deputado federal e a deputado estadual pedindo voto nos restaurantes, mas sem o acompanhamento daqueles enormes cordões de cabos eleitorais e apoiadores que se ver nos arrastões da Paraíba.
O que se tem em curso, na verdade, parece ser uma profunda mudança na forma de se fazer campanha no Brasil.
Ponto - Pode-se alegar que o caso de São Paulo é diferente. As ações da Prefeitura proibindo publicidade em fachadas de prédios e nas ruas limpou efetivamente a cidade. Mas não é só isso. Os eleitores já não suportam carros de som, carreatas e outros meios antigos de se pedir votos.
Contraponto - A evolução da democracia brasileira faz com que as eleições deixem de ser fenômenos extraordinários e se transformem em fatos normais incorporados à vida social. O eleitor não precisa de barulho dos candidatos para definir seu voto. Observa cada vez mais a história de cada um.
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