João Pessoa, 24 de Maio de 2013
Paraíba
João Pessoa, 27/07/2010 - 10h18

É comum se utilizar a expressão “primeiro mundo” quando se quer diferenciar aqueles países considerados desenvolvidos economicamente e socialmente com relação aos países ditos em desenvolvimento ou subdesenvolvidos.
Estes países são majoritariamente democráticos, a população tem acesso a uma educação e saúde de qualidade, desenvolvem tecnologia de ponta, fazem altos investimentos em ciência e tecnologia, possuem geralmente uma economia diversificada, além de ter uma sociedade bastante consumista em função do poder aquisitivo da população.
Os Estados Unidos das Américas, França, Canadá, Japão, Reino Unido, Austrália, Alemanha estão entre os países considerados do primeiro mundo.
Em contraponto a expressão primeiro mundo se utiliza a expressão “terceiro mundo”.
A expressão terceiro mundo é utilizada para designar os países pobres e subdesenvolvidos, geralmente os da América Latina, da África e os da Ásia. Estes países possuem uma economia fraca, um nível de educação baixo da sociedade, pouca ou quase nenhuma cobertura social da população, uma grande diferença entre as classes sociais, além de possuírem um alto índice de corrupção nos diferentes segmentos da sociedade: governamental, político, empresarial, etc.
Logo, o mundo é praticamente dividido entre esses dois pólos: países ricos economicamente e socialmente e os países pobres, onde a população é desprovida de praticamente toda assistência: educacional, saúde, segurança, etc.
O nosso país, Brasil, dentro deste contexto, não se enquadra nem como país do terceiro mundo e nem como país do primeiro mundo.
Apesar do Brasil, nestas últimas décadas, ter avançado bastante do ponto de vista econômico, sendo atualmente respeitado por todas as grandes potencias econômicas do mundo, com uma economia altamente diversificada, infelizmente estamos ainda muito longe de atingirmos o status de país desenvolvido.
Verificamos, ainda, no Brasil, uma grande diferença entre as camadas sociais, alto índice de corrupção, crises constantes no sistema de saúde, sistema penitenciário falido, além de um sistema educacional público, sobretudo, fundamental e médio, deficiente.
Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) mostram a deficiência de nosso ensino público. As vinte piores escolas foram da rede pública, ou seja, grande parte de nossos jovens estão tendo uma formação educacional deficiente.
Assim, acredito que a educação deficiente, em nosso país, seja uma das principais mazelas que impossibilita o Brasil de atingir a condição de país de primeiro mundo.
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