24 de janeiro de 2017 - 12:11

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Jornalista desde 1995 pela UFPB, com pós-graduação em Jornalismo Cultural. Radialista, marido de Gi, pai de Theo e editor setorial no jornal Correio da Paraíba. Torcedor do Flamengo e ex-professor do curso de Jornalismo na FFM. Já trabalhou, também, nos jornais A União e O Norte, no portal Tambaú 247, além das rádios Cabo Branco FM, Jovem Pan AM e CBN, sendo freelancer dos jornais O Globo e Estado de S.Paulo. Contato com a Coluna: jamarrinogueira@gmail.com

Listagem de postagens

04 de julho de 2016 - 16h53

Wesley não é Gonzaga

O pernambucano Luiz Gonzaga é, muito provavelmente, o artista brasileiro com mais músicas lembradas pelo público. Cantou milhares e pelo menos uma centena delas faz parte da memória afetiva dos brasileiros, em diversas faixas etárias e em diversas faixas sociais. Há riqueza sonora explícita naquilo que Gonzagão gravou e cantou. Há link sociolinguístico com os […]

17 de junho de 2016 - 16h40

Cinema tem fome de quê?

Não vou ao cinema para comer pipoca. Vou ao cinema para assistir a um filme. E me impressiona muitíssimo como o mercado capitalista consegue associar uma sessão de cinema ao consumo de alimentos e bebidas. O sorver dos canudos e o craquear mastigatório alheios dão-me nos nervos durante uma sessão de cinema. Sou um chato […]

13 de junho de 2016 - 06h07

Nosso amor existe

João ama João. João e João formam um casal. Maria ama Maria. Maria e Maria formam um casal. João ama João e Maria. João, João e Maria formam um casal. Maria ama Maria e João. Maria, Maria e João formam um casal. João ama João, mas Maria luta para que a sociedade não reconheça esse […]

06 de junho de 2016 - 09h55

Eu amo guache

Guache é uma tinta diluída em água. Algumas vezes, misturada a certos aglutinantes, como o mel. Há fluidez na tinta guache. Há dulcidão. Fluidez e dulcidão que podem ser arteiras e revolucionárias. Esta semana, manifestação de mulheres contra a cultura do estupro teve uma performance marcante, na praia de Tambaú, em João Pessoa. Mulheres pintaram […]

31 de maio de 2016 - 11h08

Gadú, do Shimbalaiê ao Guelã

Lembra aquela menina magrela e tímida que explodiu no mercado fonográfico com o hit ‘Shimbalaiê’? Ela cresceu e está sonoramente bem mais madura . Desde a sua estreia em 2009, com o CD que levava seu nome, Maria Gadú mostrou-se boa letrista com canções como ‘Linda Rosa’, ‘Altar particular’ e ‘Dona Cila’. Mostrou-se uma intérprete […]

14 de maio de 2016 - 11h55

Mogli – um ator, uma moral e muitos efeitos

Uma criança cuja família foi morta por um tigre é criada por uma alcateia e cresce como lobo fosse, respeitando as leis da selva. Essa historinha muito interessante deu a Rudyard Kipling fama internacional e colocou o escritor como queridinho de lobinhos e escoteiros do mundo inteiro. ‘O Livro da Selva’, escrito pelo inglês, é […]

30 de abril de 2016 - 16h48

Poesia, doces e bolos contra a censura

Como poesia e, algumas vezes, como bolos e doces. Aprendi a gostar de Camões lendo jornais… Aprendi a preparar doces e bolos lendo jornais. Camões faz parte de nossa cultura. Doces e bolos, também… E estou certo de que a conjuntura cultural que temos hoje é resultado das leituras de ‘Os Lusíadas’ e também das […]

20 de abril de 2016 - 14h48

Você cospe ou engole…?

Na Roma imperial o marinheiro traidor ou covarde era condenado a ser cuspido na cara por toda a tripulação. Demonstração clara de desprezo frente a pensamentos e comportamentos contrários à honra e à dignidade. Cada cusparada era representativa de uma palavra punitiva, cara a cara com o mentecapto. Cuspir na cara é agressivo. Muito agressivo. […]

16 de abril de 2016 - 15h30

Por amor à democracia

George Bernard Shaw foi um pensador profundamente pessimista com relação à política. Jornalista e escritor irlandês, parecia ter sempre um pé atrás com relação aos políticos e ao sistema democrático. Dizia ele que a democracia é apenas a substituição de alguns corruptos por muitos incompetentes. Faz sentido. Parece-me, todavia, que – no Brasil e neste […]

09 de abril de 2016 - 18h05

Sobre jornais e outros defuntos

Saudade do que não foi, mas poderia ter sido… Parte dessa máxima do sebastianismo iugoslavo define meu sentimento de tristeza e impotência com relação ao fechamento de mais um jornal no Estado. Cento e vinte demitidos… Passei por todos os grandes jornais de minha época… menos pelo Jornal da Paraíba. É bem verdade que recebi […]

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