João Pessoa, 24 de Maio de 2013
Paraíba
João Pessoa, 11/06/2012 - 20h04
A jornalista Alessandra Torres, integrante do Balanço Geral, programa radiofônico da Rede Correio Sat, usou a experiência a adquirida no programa para fazer um alerta aos motoristas.
Veja
Necessidade de avenidas mais largas e com mais faixas, mais estacionamentos e o aumento do número de carros. Tudo isso é unanimidade quando o assunto é o caos no trânsito de João Pessoa. Mas, será mesmo que esses são os principais motivos?
No programa Balanço Geral, líder de audiência no rádio paraibano, que vai ao ar pela 98 Fm, temos a preocupação diária de informar, com a ajuda de ouvintes, o melhor caminho na volta para casa, visando fazer sempre um trânsito melhor. E é com base nas informações do programa que, cada vez mais, me convenço de que falta na verdade uma trindade fundamental à vida: educação, paciência e prudência.
A Semob, antiga Sttrans, faz um trabalho competente na tentativa de melhorar o trânsito com alterações nos sentidos de ruas, alargamentos e com o Pac da Mobilidade que mudará os principais corredores da capital paraibana. Mas, de que adianta tudo isso se os cruzamentos são sempre fechados por carros impacientes, se motos ultrapassam pela direita, se para estacionar as buzinas ensudercem a todos e os motoristas esquecem que há freios também nos carros, se quando paramos para a passagem de pedestres a maioria dos motoristas não perdoa, tornando um risco iminente de colisões?
Por isso, diante de toda essa experiência que o Balanço Geral me proporciona e do dia-a-dia como motorista em João Pessoa, uma frase da querida Madre Carolina, fundadora do Instituto João XXIII onde estudei por quase toda a minha vida, traduz com muita propriedade a visão que tenho sobre o que falta no trânsito: “A paciência é irmã da prudência”.
Prudência que falta para entender que nós fazemos o trânsito, arcamos com os danos materiais e, acima de tudo, sofremos com a violência que a falta de paciência causa em nossas vidas.
Alessandra Torres
MaisPB
» Sem nenhum demérito a essa senhora, mas na verdade ela está apenas tentando reiventar a roda. O que há de novo em tudo isso se somos resultados antagônicos do trânsito que mais mata no mundo. Fico aqui imaginando se todo mundo achar de opinar sobre este ou aquele assunto, com certeza não haverá espaço na mídia para muitos e uns tantos outros. Com o devido perdão, mas não precisamos de uma segunda Rachel Sherazade.
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