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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Médicos de(o) coração

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publicado em 05/05/2011 às 16h59
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Claro que essa separação na contração da preposição “de” com o artigo “o” – de(o) -, através dos parênteses, no título destes escritos, já o indicam ter mais de um sentido. E não é só duplo, não! Esse título sugere referências aos médicos cardiologistas, como também aos médicos que a gente tem no coração e ainda aos médicos cujo exercício profissional, sejam quais forem suas especialidades, fazem-no mesmo “de coração” (ou, mais explicitamente, com o coração, amor, respeito para com seus pacientes, a estes atendendo com a mesma dignidade). E a absoluta maioria da classe médica insere-se neste contexto!

Entretanto, nada custa, vez por outra, fazer referências elogiosas a estes médicos “de(o) coração”, como neste espaço já fiz a alguns que conheço e pelos quais tenho muita admiração pessoal, a exemplo de meu “médico de(o) coração”, o cardiologista José Mário Espínola.

Desta feita pretendo reportar-me ao ortopedista Alberto Rodrigues de Oliveira, um jovem médico que não o conhecia até ao início da noite do recente sábado, 30 de abril, quando ele se encontrava de plantão no Hospital da UNIMED, aqui em João Pessoa. É que, decorrente de um pequeno acidente à tardinha do sábado, vítima de uma bicicleta que invadira uma calçada lá da avenida Rui Carneiro, isto quando eu aguardava a liberação do sinal do trânsito para atravessar na faixa de pedestres, fui atropelado por aquele “velocípede” e fiquei com o dedo “mindinho” esquerdo parecendo um “s”. A mim, como leigo, parecia haver fratura várias porque, como já disse, o dedo ficou parecendo um “s”. E de imediato me desloquei para o Hospital da UNIMED, tendo em vista que haviam outras pequenas escoriações.

Na UNIMED fui bem atendido desde a Recepção, tanto pela recepcionista Luzivânia, ao técnico radiologista, assim como pela enfermeira assistente do médico Alberto Rodrigues de Oliveira, este, o jovem ortopedista cuja competência profissional de pronto para mim ficou patenteada, competência no amplo sentido da palavra, ou seja, envolvendo também cordialidade.

Neste final cumpre dizer aos clientes da UNIMED que estes elogios que faço especialmente ao ortopedista Alberto, como já o fiz a outros profissionais cooperados daquela instituição, não correspondem necessariamente elogios à própria UNIMED, que, sei, tem sido alvo de reclamações relativamente à estrutura de atendimento que tem disponibilizado aos que pagam seus planos de saúde. Estes elogios objetivam que todos nós atentemos para o quanto é bom também sermos prestativos, cordiais e dedicados em nossas atividades profissionais, e sirvam igualmente de advertência para que instituições, como a UNIMED, façam com que suas estruturas de atendimento estejam sempre adequadas e portanto merecedoras só de elogios!
 

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