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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

O casamento de Patrícia e Vanildo

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publicado em 16/05/2011 às 05h45
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Permitam-nos os colunistas sociais que aqui, em uma página de opinião, possamos fazer o registro de um casamento, obviamente opinando em relação ao evento e sobre ele dizendo “Foi o máximo!”.

Reportamo-nos ao casamento acontecido na noite do recente sábado, dia 14, na Igreja Santo Antonio de Lisboa (Tambaú), unindo os jovens Patrícia e Vanildo Neto, “ela filha de Robson Marinho da Silva e Maria do Socorro da Cunha Castro, e ele filho de Vanildo Guedes Pessoa Filho e Ana Zuleika Cordeiro Pessoa”.
O casamento, inclusive sob as disposições do Código Canônico que vigora para toda a América Latina, é um sacramento que corresponde à aliança matrimonial pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole. É como lembrar o que tantos já disseram ou repetiram: “Deus criou o homem e a mulher com o encargo de procriarem e se multiplicarem”. Ou ainda: “Eles não são mais dois, mas uma só carne”.

Claro que ouvimos sábado passado expressões assim, pronunciadas pelo padre que presidiu a celebração matrimonial de Patrícia e Vanildo Neto. Em seguida, já nos salões da Gracejo Recepções, em festa animada pelo “muito bom” Beto Ribeiro e Banda (Beto nos teclados, Emannuel Matos no piston, Joab no saxofone e Jeferson na percussão), aquelas expressões fizeram-se de outras formas, sejam nas canções escolhidas para cada momento, sejam nas palavras pronunciadas ao microfone pelos jovens amigos de Patrícia e Vanildo Neto em exaltação às qualidades pessoais dos noivos, sejam na descontração dos noivos que em determinado instante manifestaram (valendo-se do microfone) a tamanha felicidade que viviam e que por ela agradeciam aos pais, demais familiares e amigos presentes!

Não é de nosso pensar que a descontração oponha-se à emoção. Pode, sim, a emoção atingir um estado de descontração. E foi o que ocorreu no sábado, durante a liturgia do casamento, quando o padre concitou a noiva Patrícia a pronunciar aquele trecho em que declarou receber o noivo Vanildo Neto como seu esposo, prontificando-se sempre viverem juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe. Patrícia, muito emocionada, não conteve as lágrimas… lágrimas de alegria, o que fez com que suas palavras fossem balbuciadas. De igual modo, Vanildo Neto, quando da troca das alianças, emocionado, só conseguiu também balbuciar as palavras na promessa de fidelidade.

Permitam-nos os colunistas sociais, mais uma vez, que digamos que “Foi o máximo” constatarmos o olhar e o semblante de Drª Lourdes Pessoa focado no neto Vanildo Neto, ao lado de Patrícia, ambos os noivos irradiando tanta felicidade. Certamente Drª Lourdes rememorava o dia de seu casamento com Dr. Vanildo Pessoa, este, já desde algum tempo lá nos céus, e que sábado também certamente voltou seu olhar e contemplação para aquele enlace matrimonial: o enlace matrimonial de Patrícia e seu neto Vanildo Neto!
 

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