João Pessoa, 18 de novembro de 2017 | --ºC / --ºC Dólar - Euro

ÚltimaHora

Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

Apaixonados IV: segurança

Comentários:
publicado em 10/07/2011 às 08h04

A coluna segue recebendo, acolhendo e publicando sugestão de pessoenses apaixonados por esta cidade madura na história, verde por dentro e cheia de encantos para quem vem de fora e por aqui fica. Às vezes, para sempre.

Não é o caso de Inaldo Dantas (inaldo.dantas@globo.com), presidente do Sindicato Nacional da Habitação, na Paraíba. “Pessoense nascido, criado e se assim Deus permita, morrido. Nunca saí daqui pra morar noutro lugar, apesar das oportunidades na minha profissão”.

Inaldo esbanja nostalgia ao lembrar-se das cadeiras nas calçadas das ruas. Dantas acredita no resgate de uma João Pessoa serena. “Já que não podemos ter um policial em cada esquina, temos que ter em cada esquina alguém ajudando o policial”.

Ele cita o exemplo de um projeto testado e aprovado, o Condomínio Cidadão. “Onde cerca de mil homens (porteiros dos edifícios) já agem como uma espécie de policial comunitário, formando uma rede de informação poderosa”.

Sugere que a exitosa experiência seja ampliada para outros segmentos. “É só outros segmentos organizados de nossa cidade (hotéis, farmácias, postos de combustíveis, etc.) fazerem o mesmo. Unidos, nós podemos muito mais”, aposta.

Inaldo sabe do que está falando. O Condomínio Cidadão, projeto do Sindicato dos Condomínios da Paraíba, colhe em pouco tempo um saldo de bons serviços prestados à sociedade, a partir da vigilância das ruas da cidade em 200 pontos de observação. A tarefa é multiplicar esse número com a colaboração de outras entidades.

No fumódromo –
Deputado do DEM pegou ar com tratamento recebido de um graduado assessor da secretaria de Saúde. Ao invés de atenção, recebeu fumaça na cara.

Adesão? –
Se Jota Júnior (PMDB) quer convencer o PSB a desistir de Expedito Pereira, o prefeito deve ter preparado uma contrapartida para oferecer no acordo…

Preocupação com destino da Casa –
A leitora Tereza Silveira (tereza@rgladvogados.com.br) entra na polêmica do pedido de intervenção da Casa Cassiano Ribeiro Coutinho. “Dezenas de casas da Epitácio Pessoa são edificações que precisam ser perpetuadas. Algumas do início do século passado, outras mais recentes são símbolo da Arquitetura Moderna…”.

Contra o trator da memória –
“O povo não pode permitir que a memória arquitetônica de uma época seja depedrada pela construção civil. É justo lembrar que na Epitácio ainda existem terrenos vazios e muitas construções inexpressivas que podem ser objeto de demolição”, fecha Tereza.

Sinfonia de concreto –
O progressista Billy Nóbrega (billythekid38@r7.com) discorda frontalmente de Tereza e apresenta outro ponto de vista na discussão: “E quem paga a manutenção destas pousadas de drogados? Parem de tocar violino e sejam proativos”, provoca.

Freio –
O debate já acendeu a luz amarela de algumas construtoras em vias de deflagrar projetos de intervenção em outras edificações tombadas pelo Iphaep.

Painel eletrônico –
Cobrado pela coluna, o deputado Wilson Filho (PMDB) digitou seu voto favorável à PEC 300. “Tudo que valoriza quem merece, eu sou a favor”.

Porto seco –
Aliás, qual fórmula Wilsinho utilizará para conciliar a preferência por Luceninha com a amizade de Trócolli Júnior, candidatos em Cabedelo?

Sem stress –
O coordenador de Comunicação, Carlos Magno, diz que o grupo de Veneziano não tem pressa. “É a Oposição quem tem que correr atrás do prejuízo”.

Precocidade –
“Esse é o grande mal do Brasil, a antecipação da eleição. A oposição só fala todo tempo em campanha”, criticou Carlos, em entrevista ao MaisPB.

Escambo –
Na falta de livros para os alunos, a secretaria de Educação de Marcação mandou fazer xérox. Há 500 anos, os índios podiam até engolir, mas agora…

Ondas médias –
Segunda-feira Josa da Padaria volta a ser vice, mas pra não ficar no anonimato ele já se prepara para estréia de programa de rádio em Guarabira.

Entre a cruz… –
Para o deputado estadual Frei Anastácio (PT), a pactuação do Trauma com a Cruz Vermelha “mostra a fragilidade da administração estadual”.

…E as despesas –
O petista questiona a previsão de redução de despesas no Trauma. “Como? Se não se fala em redução de custeio e de pessoal. Qual é a mágica”?

Vitalício –
O deputado Efraim Filho (DEM) conseguiu sexta-feira novo título no currículo. Ganhou o mandato de pai de Alice, sua primeira filha com Carol.

PINGO QUENTE – “Só existe uma vaga. Não dá pra dois”. Matemática do líder Hervázio Bezerra pra dizer a João Henrique que, pelos cálculos do Governo, o presidente da CCJ é igual a Adriano Galdino.

*Reprodução do Correio da Paraíba

Leia Também