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PM nega omissão e parcialidade durante primeiro turno em Patos

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publicado em 13/10/2014 às 17h08

A assessoria da Policia Militar, através de nota, negou na tarde desta segunda-feira (13) que tenha acontecido em Patos omissão da corporação em atos eleitorais ilegais para beneficiar a coligação que tem o governador Ricardo Coutinho (PSB) como candidato a reeleição.

De acordo com comunicado da PM, o juiz eleitoral da comarca de Patos, Ramonilson Alves, esteve a todo o tempo auxiliado por militares que estavam a sua disposição e que estes policiais não foram acionados pelo majistrado como relatado pelo juiz. A Polícia ainda diz que não vê motivo para solicitação de Tropas Federais para cidade e afirma que permanecerá com uma atuação imparcial.

 Veja o comunicado da Polícia Militar:

A PM respeita a decisão do juiz da 28ª Zona Eleitoral, mas desconhece qualquer ato de parcialidade ou omissão praticado por parte dos integrantes da instituição nas 223 cidades paraibanas, durante as eleições.


Até o momento, o Comando Regional do Policiamento de Patos não recebeu nenhum expediente relatando sobre algum caso isolado que tenha levado o magistrado a pedir Tropas Federais para a cidade e que se chegar qualquer denúncia será devidamente apurada com os rigores da lei.


Ainda de acordo com a assessoria, o juiz Ramonilson Alves Gomes ficou acompanhado de forma permanente por dois policiais e os telefones do Comandante do Policiamento da Região, coronel Severino Gerônimo, esteve à disposição dele o tempo todo para qualquer acionamento imediato.


Os policiais militares em Patos, dentro das atividades da operação voto seguro, realizaram pontos-base (policiamento mais fixo) em vários postos de combustível do município, no dia anterior da eleição, para coibir o tipo de crime eleitoral apontado pelo juiz, inclusive a equipe que estava com ele foi responsável pela detenção de um suspeito que estava com R$ 15 mil reais em um dos postos, localizado no bairro Bivar Olinto.


A Polícia Militar reforça o compromisso e isenção que tem atuado para garantir a segurança no processo eleitoral, trabalho que no primeiro turno foi reconhecido por juízes eleitorais e pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral.

Écliton Monteiro –  MaisPB

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