João Pessoa, 22 de novembro de 2017 | --ºC / --ºC Dólar - Euro

ÚltimaHora

Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Reencontro de verdadeira(o)s amiga(o)s!

Comentários:
publicado em 26/02/2012 às 09h23

A amizade, em seu sentido mais amplo (e conforme o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa) corresponde ao “sentimento fiel de afeição, simpatia, estima e ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família nem por atração sexual”. Amizade, nessa amplitude, permite que, quando reciprocamente vivida, digamos sobre as pessoas envolvidas: “Estas, sim, são verdadeiras amigas”!

A propósito, e para bem caracterizar o nível elevado de uma verdadeira amizade, há uma historieta segundo a qual duas pessoas eram muito amigas e tão logo entre elas ocorreu um desentendimento, definitivamente romperam o relacionamento, significando que essa ocorrência, o rompimento de suas relações, deu-se porque não eram verdadeiramente amigas.

Na sexta-feira 10 de fevereiro corrente, no evento comemorativo das “bodas de ouro” do casal Simone/José Ribeiro (em um primeiro instante na Igreja São Pedro e São Paulo, e, depois, na Casa de Recepções Sonho Doce), testemunhei fatos característicos de verdadeira amizade.

Na igreja, tão logo foi concluída a celebração presidida por monsenhor Ivônio Cassiano, minha esposa Ana, dizendo-me “Espere aí, filho, um instante!”, saiu ao encontro de uma sua “velha” amiga, que, também de seu lugar saíra para o encontro como que igualmente tivesse feito similar conclamação para seu esposo. E foi aquele abraço!… Um abraço de duas pessoas, amigas, verdadeiras amigas, que fazia tempo não se encontravam!…

A primeira das amigas, já citei: minha esposa Ana. A segunda destas duas amigas, cito agora: Zeza, esposa de Gláucio Maciel. Nesse reencontro, pareciam duas crianças reencontrando algo muito valioso e de grande estima, mesmo. O sorriso de cada uma estampava a fascinante alegria que naquele instante vivenciavam.

Logo depois, já na Casa de Recepções Sonho Doce, dividindo a mesma mesa, essas duas “velhas” amigas tiveram oportunidade de “atualizar” as histórias de suas vidas, ocasião em que podemos conhecer – e de pronto admirar – o esposo de Zeza, Gláucio, que se fazia(m) acompanhar de um outro casal que demonstrou também ser “gente bacana”: Roseane/Paulo Virgílio.

No título destes escritos tencionei dar o sentido dos dois gêneros (feminino e masculino) à palavra “amiga(o)s”. E assim o fiz porque as demonstrações de “verdadeira amizade” ocorridas naquelas “bodas de ouro” foram bem mais que só a do reencontro aqui já focado. Realmente, Simone/José Ribeiro e, obviamente, seus familiares, realizaram um evento que tanto contemplou o regozijo familiar quanto o (re)encontro deles com verdadeiros amigos… e entre amigos, amigos verdadeiros, que ali também se (re)encontraram! E foi nesse evento que me informei sobre as origens taperoaenses de José Ribeiro, tantos eram os amigos e amigas dele e de Simone, vindos de Taperoá, cidade que está cravada bem no centro da Paraíba.

Nessa comemoração, bem desenvolto – como lhe é peculiar -, igualmente estava o vice-governador Rômulo Gouveia, que, ali, evitando falar sobre política, só conversava exaltando as verdadeiras amizades, aludindo-se aos seus conterrâneos de Taperoá! Isto mesmo: Rômulo – informei-me ali – é taperoaense e estava “feliz da vida” nesse (re)encontro com tantos de sua cidade de origem.

De minha parte, minha e de Ana, tivemos oportunidade de (re)encontrar, também, outros amigos bem amigos, verdadeiros amigos, como Wilma/Boletreau, Aurení/João Rodrigues e Eliane/Severino.

Como é bom (re)encontrar verdadeiro(a)s amigo(a)s!…
 

Leia Também