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DEFESA

“Minha vida foi jogada na lama”, diz suplente de vereador preso na Capital

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publicado em 10/11/2014 às 15h40

O suplente de vereador e líder comunitário, João Cunha, declarou, nesta segunda-feira (10), que vai a Justiça para provar que ele não tem ligação com grupo acusado de praticar furtos em lojas de produtos eletrônicos na Capital paraibana. João Cunha foi detido juntamente com quatro pessoas na quinta –feira (6), mas já foi liberado.

Em entrevista ao Portal MaisPB, João Cunha disse que agora quer que a polícia apresente provas que ele tenha algum envolvimento com a criminalidade.

“Os meus advogados vão conduzir tudo isso para que a Polícia Militar e Civil provem que eu sou bandido. Eu estou pendido que as polícias tragam que eu sou assaltante de banco ou de loja. Eles provando isso, podem fazer o que quiserem comigo”, disse João Cunha acrescentando:

“Eu estou tão constrangido que quando vejo um carro de policia tenho medo. Estou indo procurar um psicólogo para restabelecer a minha vida. A minha vida, de um momento para outro, ficou na lama por culpa da Polícia Civil e Militar, pois,  não souberam separar eu dos outros. Se os outros têm problema com a Polícia Civil, isso é problema deles”, argumentou.

João Cunha narrou momento antes de ser detido. Ele contou que estava na casa da mãe dele, no Castelo Branco, quando um sobrinho pediu para levá-lo em sua residência. Só que no meio do caminho, o jovem pediu para ele o acompanhar até outra residência no Bessa. Nesse momento, conta Cunha, quando estava esperando no carro aconteceu a abordagem da Polícia.

“Os policiais que detiveram o carro lá no Bessa estavam em uma ronda rotineira. Eles não sabiam de nada e eu também não”, disse João Cunha alegando que foi acusado de ter levado a pessoa para pegar suborno à polícia.

“Eu estava ali apena para dar uma carona”, se defendeu João Cunha.

Roberto Targino – MaisPB

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