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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

“Esse cara”… diga: “sou eu!”

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10/12/2012 às 15h40
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Puxa! Quanta inveja tem acontecido por aí, entre os homens… inveja de Roberto Carlos, não só porque ele se autodenominou de “o herói esperado por toda mulher”, mas porque – é o que parece – assim também a ala feminina considera-o!

O interessante é que nós outros, homens metidos a machões e que às vezes até rudes somos ou minimamente secos ou sem fineza para com as respectivas namoradas ou esposas, nós mesmos constatamos que esse jeito de elaborar suas canções e as interpretar fazem de Roberto Carlos um tipo de “o herói esperado por toda mulher”.

O que fazer?!… Resmungar?!… Dizer que Roberto Carlos está errado?!… Ou insinuar que nem sempre o que ele escreve e canta corresponda integralmente ao seu viver com suas namoradas ou esposas?!… Tentar demonstrar que se ele, Roberto Carlos, fosse esse romântico sempre fiel e eternamente apaixonado não teria se separado nem da Nice (Cleonice Rossi) nem da Myrian Rios?!…

Não!… Não fiquemos nesses resmungos!… Vamos entender – e até nos conscientizar – de que Roberto Carlos está mesmo certo nisso que ele escreve e canta. E nos valhamos de suas dicas para cada um ser, também, “o herói esperado por toda mulher”, particularmente pela respectiva esposa ou namorada!

Portanto, deixemos de ser secos. De minha parte, já com meus 38 anos de casado e mais 8 de namoro/noivado, sempre tive dificuldade de falar, pra minha mulher, Ana, “eu te amo!”. Ela, claro, reclama esse meu jeito inibido, embora também não seja tão desenvolta na declaração de amor para comigo, de tal forma que mais prefere dizer-me, meio baixinho e rápido, “y love you”, em vez de explicitamente, no português, “eu te amo”.

O importante, portanto, é que nós, homens menos ou nada românticos com nossas esposas ou namoradas, mudemos, doravante, essa nossa postura e passemos, cada um, a considerar as dicas de Roberto Carlos. Relativamente a uma delas, qual seja, ser “o cara que nela pensa toda hora/ que conta os segundos se ela demora / que está todo tempo a querendo ver”… só falta aprender dizer: “não sei ficar sem você”. E vamos, cada um, igualmente aprender e expressar: “que no meio da noite a chame/ pra dizer que lhe ame”. Mais ainda: ser “o cara que espera a mulher, sorrindo/ e que lhe abre a porta do carro quando ela vem vindo”.

Se agirmos assim, não será cada um de nós a dizer “o cara sou eu!”. A esposa ou a namorada é quem vai dizer: “meu amor, você é o cara!”.
 

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