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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Cada um tem sua vida

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publicado em 11/03/2013 às 08h51
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Antes que me reporte ao que efetivamente me moveu a escrever sobre o que o título destes escritos dimensiona, permitam-me uma ressalva… duas, talvez: não é a respeito das duas músicas que têm esse título, não! A primeira delas nem mereceria ser lembrada, cujo autor prefiro não nominar para não parecer que seja eu carregado de preconceito contra alguém quando só não concordo com palavrões e expressões do tipo “Eu só quero fazer o que eu gosto/ Eu quero que o mundo exploda”. Quanto à outra música, um “rap”, o autor é Vilson Ferreira e exalta coisas que não há porque deixar de reproduzir, como, por exemplo: “Eu sei o meu limite/ Não invado seu esquema/ Eu sou sempre humilde/ Esse é o meu problema”.

Ao que quero mesmo me referir, puxado por esse mesmíssimo título, é que “cada um tem sua vida” foi recentemente expresso, tal qual, e sem se constituir em qualquer plágio (mas por iniciativa dela mesma), por minha neta Maria Luísa, de apenas seis anos!

Ela, Maria Luísa, contava para sua avó Ana Maria, minha esposa, que na escola uma sua coleguinha era muita chata porque estava a toda hora “falando mal” do sapato tênis dela… “só porque é preto”! Essa sua coleguinha ficava dizendo que esse sapato tênis é feio! E aí a avó perguntou pra Maria Luísa: “E o que foi que você disse pra ela?”.

– “Eu disse que cada um tem sua vida!” – respondeu Maria Luísa.

Puxa, que resposta! E uma resposta como essa representa mais uma lição de crianças em relação aos adultos. Claro que “cada um tem sua vida” que deve ser vivida respeitando as regras sociais, ou seja, dentro daquele limite bem caracterizado pelo princípio de que o direito de um vai até não prejudicar o direito do outro! Por isso fiz reproduzir trecho do “rap” de Vilson Ferreira em que diz que “Eu sei meu limite/ Não invado seu esquema”. E com aquela resposta, “cada um tem sua vida”, minha neta certamente quis dizer, em sua criancice que já aguça respeito aos demais, que cada um precisa cuidar primeiramente de si mesmo e especialmente sem “jogar pedra em ninguém”.

A propósito, lembro-me de que já li algo sobre “Campanha Pela Vida”, chamando a atenção de que “cada um cuide se si e diga NÃO à fofoca”. E conclui com essas palavras: “Fofocas são criadas por invejosos, espalhadas por tolos e aceitas por idiotas”.

Acolhamos, pois, as lições de uma criança que nos adverte de que “cada um tem sua vida”… sem invadir o espaço de ninguém!

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