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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Cabedelo, JP, Gov/PB e o turismo

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publicado em 30/04/2013 às 09h12
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Sábado passado, começo da noite, após o pôr do sol e a “Ave Maria” da Praia de Jacaré (Cabedelo/PB), concitei os visitantes (turistas amigos vindos do Espírito Santo) que no retorno ao hotel (Praia do Cabo Branco) eu lhes deslocasse adentrando pelo bairro de Intermares, lá na própria cidade de Cabedelo, e, assim, eles também conhecessem a beira-mar com a calçadinha da avenida Oceano Atlântico. “É uma área muito agradável” – eu lhes dissera. “Tem muita gente por lá caminhando, seja de manhãzinha, seja ao começo da noite!” – eu completara.

Logo que saíamos da BR-230 e começamos a trafegar pela avenida Mar Vermelho (aquela entre a BR e a beira-mar)… Êta falta de iluminação!… As lâmpadas dos postes estavam todas apagadas! A escuridão da avenida não se mostrava mais preocupante porque os estabelecimentos comerciais, abertos, como os Supermercados Litoral e Santiago, e, também, os próprios faróis dos veículos, aliviavam essa escuridão. Mas, nessa artéria, deu pra divagar nas conversas e tentar passar despercebida aquela referência negativa ao nosso turismo – a escuridão.

Chegando, porém, na avenida principal de Intermares, que corresponde à sua beira-mar – a Oceano Atlântico, aí a auto-estima paraibana foi lá pra baixo. Não é que nela todas as lâmpadas dos postes também estavam apagadas?! E nessa artéria não há estabelecimentos comerciais para aliviarem a escuridão, não! É escuridão mesmo, obrigando que cada veículo esteja com seus faróis bem acesos!

Dia desses, também ao começo da noite, levei dois amigos de Campinas/SP até ao Restaurante Cassino da Lagoa, imaginando com eles tomar uns drinques e os fazer ver a beleza de nossa Lagoa do Parque Solon de Lucena. Nem houve a dança das águas da fonte luminosa e, pior, toda aquele lado da Lagoa (o lado do Restaurante) estava com as lâmpadas de seus postes, todas elas, apagadas! Imagine, leitor(a), minha frustração!

Conto publicamente esses fatos na expectativa de que, tanto a Prefeitura de Cabedelo quanto a Prefeitura de João Pessoa, e igualmente o Governo do Estado, por seus setores gerenciadores do turismo, juntem-se, integrem suas ações e preocupações sob a consciência de que o turismo também é feito e propagado com pequenas realizações… até as preventivas. Não é admissível que uma cidade da Grande João Pessoa, em função de suas áreas reconhecidamente turísticas, não contem com um setor ou algum funcionário em observação permanente quanto a situações como as aqui narradas, isto para imediatamente acionarem a Energisa para o restabelecimento urgente da iluminação!

O espaço, entretanto, terminou. Mas, fica a promessa de, proximamente, ser completado o comentário sobre este assunto.

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