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ELEIÇÕES DA FPF

Jurídico de Amadeu explica pedidos de impugnação de chapas adversárias

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publicado em 08/12/2014 às 11h40

O advogado Marcos Souto Maior Filho, que defende os interesses de Amadeu Rodrigues e Nosman Barreiro, candidato a presidente e vice, respectivamente, da Federação Paraibana de futebol (FPF), explicou, nesta segunda-feira (08), em entrevista ao Portal MaisPB, os motivos dos pedidos de impugnações das chapas "Federação Para Todos", encabeçada por João Máximo; e "Mudança e Trabalho", por Coriolano Coutinho.

Segundo Marcos Souto Maior Filho, a chapa de Coriolano tem como vice Ariano Wanderley, que é procurador do Estado, e a Constituição Federal veda a sua participação em direção de sociedade comercial. “A Constituição Federal veda que procurador de Estado, no caso Ariano, atue como participante em direção de sociedade comercial. A federação é uma empresa e ele não pode estar na chapa”, afirmou o advogado.

Marcos Souto Maior Filho também lembrou que, na condição de membro da Junta administrativa da FPF, Ariano atrasou, durante 10 meses, contribuições previdenciárias e trabalhistas da Federação, o que é vedado pelo artigo 23 da Lei Pelé. “Só depois da impugnação ele fez parcelamento”, disse.

Já com relação à chapa “Federação Para Todos”, o advogado ressaltou que João Máximo, também membro da Junta, era administrador da federação. “João Máximo tinha responsabilidade sobre pagamentos previdenciários e trabalhistas e também infringiu as regras”, declarou.

Outra suposta ilegalidade alegada pelo advogado no pedido de impugnação foi “o fato de João Máximo inserir na sua chapa um dirigente de clube, uma vez que o presidente do Boa Vista é membro do Conselho Fiscal”.

MaisPB

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