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‘SANGUESSUGA’

Condenado, Dunga alega inocência e não abandonará vida pública

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publicado em 16/12/2014 às 15h19

O deputado Carlos Dunga (PTB), que foi condenado pela Justiça paraibana por ter supostamente recebido propina no esquema da Máfia das Ambulâncias, conhecido como “Operação Sanguessuga”, alegou inocência, nesta terça-feira (16), durante pronunciamento na tribuna da Assembleia legislativa da Paraíba (ALPB) e revelou que não irá abandonar a vida pública, como já tinha anunciado.

A sentença contra Dunga foi publicada no Diário Eletrônico do Tribunal Regional da 5ª Região (TRF5) da última sexta-feira (12). O deputado foi punido com perda do cargo público e dos direitos políticos por oito anos, mas anunciou que vai recorrer da decisão. Ele também reconheceu que uma ex-funcionária de seu gabinete teria recebido propina, de um empresário da revenda de ambulâncias, mas afirmou que a exonerou ao saber da irregularidade, não sendo convivente com o procedimento.

"Eu já tinha dito que ia renunciar à atividade política, mas agora não vou mais. Vou lutar para a minha absolvição no Tribunal Regional Federal em Recife e vou continuar sendo político”, disse.

“Faz 15 anos esse processo e o Ministério Público da Paraíba achou que eu era conivente com a corrupção, me denunciou aqui na Paraíba e um juiz me condenou. Eu nunca fui ordenador de despesas, mas sou inocente e vou provar minha inocência e continuar na política", acrescentou.

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